Estamos em abril, mas já quero aproveitar para ajudar os amigos que desejem me presentar no meu aniversário (8 de dezembro, anote aí!) ou no Natal (25 de dezembro, para quem não sabe!): já escolhi o que quero, e é simples de conseguir!
Quero um tanque de guerra russo, tudo bem? Existe na terra de Putin (gosto de Putin! Putin é KGB) uma “Associação de Veículos para Todos os Terrenos”, por meio da qual se pode adquirir veículos militares (como um tanque!). Para o site da Associação, clique aqui (está em russo, tudo bem?).
T-34 – coisa munita!
Assim, com quaisquer 200 mil dólares você pode adquirir um belíssimo T-34, o mais famoso blindado soviético da II Guerra Mundial (ou, se quiser usar o termo russo, da Grande Guerra Patriótica)!

A descrição no site do T-34 é muito bacana, mais ou menos assim:
Modelo lendário T-34: características e vantagens de um tanque médio. O modelo T-34 pode ser chamado de lenda – é o tanque mais massivo da Segunda Guerra Mundial, que desempenhou um papel crucial em muitas batalhas. Ele começou a produção em massa em 1940, e até meados de 1944 foi o principal tanque do Exército Vermelho. Ao longo da história, a URSS produziu mais de 80 mil desses tanques, alguns dos quais chegaram aos nossos tempos. O tanque modelo T-34 é de interesse para colecionadores e amantes de veículos blindados históricos. Se desejar, você pode obter um carro lendário em boas condições: em movimento, customizado, mas tendo passado por um processo de desmilitarização.
Caso você, meu caro leitor e amigo, queira me presentear com alguns veículos mais modernos (se puder escolher, prefiro o T-34, que já foi muito testado inclusive contra Panzer), pode escolher um T-72 ou um T-80, ao precinho camarada – entendeu o trocadilho? – de 350 a 500 mil dólares! O que são alguns mil dólares para fazer o Joanisval feliz?
Faço um pequeno alerta: não compre munição! Os módulos de munição são removidos de todos esses blindados, de modo que o canhão de 125 mm não vai funcionar (o que, realmente, é uma pena!)… Tudo bem, cavalo dado…
Finalmente, e como sou boa pessoa, posso até arcar com o frete do bichinho! Só não me mande pelo correio porque ele pode desaparecer no caminho (como a grande maioria das encomendas que a gente ainda insiste em mandar!).
Então, quer fazer este ser humano feliz? Não se esqueça do meu blindado!






Neste aniversário de cem anos do armistício que pôs fim à I Guerra Mundial, praticamente ninguém mais que vivenciou o conflito está entre nós (os poucos centenários encontravam-se, no máximo, na primeira infância quando a Guerra acabou). Entretanto, a memória daquela geração de 1914-1918 deve permanecer viva nos corações e mentes de sua descendência, de modo que o sacrifício que foi feito jamais seja esquecido.
Paris, assim como diversas cidades pelo mundo, celebrou o centenário do fim da Grande Guerra. Na manhã do domingo, 11/11/2018, um grande evento reuniu cerca de 80 Chefes de Estado no Arco do Triunfo: Markron, Trump, Putin, Merkel, Felipe VI… Estes e tantos outros vieram à capital francesa para prestar tributo aos que viveram e morreram durante aquele conflito.
Daqui a muitos anos poderei dizer a meus netos que estive em Paris no Centenário do Armistício. Contarei o que vi. Contarei do dia frio e chuvoso, das ruas fechadas, da impecável organização para garantir a segurança daqueles que vieram celebrar a paz. Contarei que vi que nem de longe a cidade deveria estar como estivera há cem anos, com multidões pelas ruas em festa, mas que havia sim quem queria festejar a paz, cem anos depois… Contarei que vi que não houve desfile militar, o que me causou estranheza (não me convenço do argumento de que desfiles seriam incompatíveis com a celebração da paz…) e, de certo modo, frustração.




Todos nós sabemos que só existe uma única certeza absoluta na vida… Porém, nunca é fácil lidar com ela, sobretudo quando ocorre com entes queridos. Consegui lidar com isso relativamente bem ontem e hoje, mas chega uma hora do dia, de fato depois do crepúsculo, quando as lembranças vêm à mente, e o coração se enche de emoção e de saudade…




Attempts have been made to list the prerogative powers, though we still don’t know (and are unlikely ever to know) the full range of the prerogative powers The Queen holds.
