Neste mês de maio, foi ao ar, pela TV Câmara, uma série de programas sobre os 200 anos da Câmara dos Deputados. O primeiro deles tratou do “nascimento da representação”, com uma entrevista com o Glauber Florindo, historiador e professor da Universidade do Estado de Minas Gerais, e comigo.
A Câmara dos Deputados está completando 200 anos de sua criação. Dois séculos de história política nos convidam a refletir sobre quem pôde — e quem não pôde — participar da representação parlamentar no Brasil. Para marcar essa data tão significativa, a TV Câmara preparou uma série especial de quatro programas em que vamos revisitar momentos decisivos da nossa trajetória política, refletindo sobre como o Parlamento se transformou e como ajudou a moldar a democracia brasileira.
Neste mês em que relembramos os 81 anos do fim da Segunda Guerra Mundial, é com imensa satisfação que informo do lançamento, como livro de maio do Clube Ludovico, do volume 2 de “Nuremberg, 1945: O Crepúsculo dos Deuses“. Assim, aqueles que já conheceram, em “A Caminho de Valhalla“, a respeito do estabelecimento do Tribunal de Nuremberg, de seus protagonistas, e dos encargos de acusação, bem como dos primeiros meses de audiências, descobrirão como se deu a defesa dos líderes nazistas e o desfecho do julgamento dos grandes criminosos de guerra – esse é o tema da Parte II, Ragnarök. Continuam os dramas humanos… Tenho certeza de que nossos leitores apreciarão a fascinante história do julgamento que encerrou o maior conflito de todos os tempos! Para adquirir “Nuremberg, 1945: O Crepúsculo dos Deuses – Parte II: Ragnarök“, assine o Clube Ludovico, da Editora LVM. Os assinantes podem obter também o volume 1, com desconto, na loja virtual do Clube. Boa leitura!
Conferência: “O Crepúsculo dos Deuses: As Muitas Vidas em Nuremberg” Com o Prof. Joanisval Gonçalves Quando? Segunda-feira, 30/03, às 19h. Onde? Biblioteca Nacional (Brasília) Haverá transmissão pelo Zoom.
Na próxima segunda, 30/03, às 19:00, na Biblioteca Nacional de Brasília, vamos conversar sobre os homens e mulheres que marcaram o Julgamento de Nuremberg. A conferência ocorre no âmbito da exposição “1 Julgamento, 4 Línguas”, sobre os intérpretes que trabalharam no Julgamento dos Grandes Criminosos de Guerra. Além dos impactos jurídicos e históricos, com efeitos que alcançam nossos dias, Nuremberg foi marcante em razão das vidas interessantíssimas reunidas naqueles onze meses, na cidade bávara em ruínas, para processar e julgar os líderes da Alemanha Nazista derrotada.
Nosso novo livro, “Nuremberg, 1945: O Crepúsculo dos Deuses”, publicado pelo Clube Ludovico, da Editora LVM, trata do maior julgamento da era contemporânea também sob a perspectiva das pessoas que ali se encontravam. Vamos conversar sobre essas pessoas fascinantes! Aguardo vocês! Joanisval
Em tempo: a exposição é promovida pela Associação Profissional de Intérpretes de Conferência (APIC) e pela Associação Internacional de Intérpretes de Conferência (AIIC).
Para começar 2026, teremos uma live na segunda-feira, 05/01, às 20h, em meu canal no YouTube (@joanisvalbsb), cujo tema será “três livros sobre Nuremberg”. Será uma conversa sobre obras que considero fundamentais para entender o Julgamento dos grandes criminosos de guerra perante o Tribunal Militar Internacional constituído pelas grandes potências vencedoras da II Guerra Mundial. Aguardo vocês! Até lá!
Convido a todos para revisitarmos o Tribunal de Nuremberg, com relatos bem interessantes e que nos permitirão refletir sobre o maior julgamento da era contemporânea, a condição humana e a banalidade do mal.
Nascido em Berlim, em 30 de outubro de 1893, Karl Roland Freisler ingressou na Universidade de Jena, na Turíngia, para estudar Direito. A Grande Guerra (1914-1918) interrompeu seus estudos, e logo ele se alistou e, como a maioria dos réus de Nuremberg, conheceu os combates na frente de batalha. Caiu prisioneiro de guerra dos russos, permanecendo nessa condição até o fim do conflito.
Com o término dos combates na frente oriental, ao contrário de outros prisioneiros de guerra alemães, Freisler, fluente em russo, permaneceu na Rússia e aderiu à causa bolchevista, tomando parte na Guerra Civil como comissário para distribuição de alimentos.
De volta à Alemanha em 1920, o futuro magistrado concluiu o curso de Direito e montou uma banca de advogados. Destacar-se-ia como penalista e logo descobriria um filão ao defender membros do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (NSDAP), liderado por um austríaco veterano da Primeira Guerra Mundial: um certo Adolf Hitler. Começaria aí a guinada de Freisler da esquerda comunista para a direita nazista, e suas habilidades como orador o levariam à política. Ocuparia cargos nas estruturas legislativas municipais e chegaria ao Parlamento Prussiano em 1932. Nessa época, já era membro do Partido Nazista (no qual ingressara ainda em 1925).
Com a “tomada do poder” (como os nazistas chamavam a ascensão de Hitler a Chanceler e a chegada do NSDAP ao governo federal da Alemanha) em 1933, Freisler veria também uma significativa ascensão em sua carreira. Eleito para o Reichstag, ocuparia posições de destaque no Executivo federal e logo passaria a atuar diretamente nas reformas do Judiciário que converteriam esse Poder na Alemanha em uma instância a serviço dos nazistas. De fato, a história de como o Judiciário foi cooptado, completamente capturado pelo regime nazista e sua ideologia, mostra os riscos do Estado totalitário e da velocidade com que as liberdades são perdidas e a democracia ferida de morte. E Roland Freisler estava à frente disso tudo.
A partir de 1935, na condição de Secretário de Estado do Ministério da Justiça Reich, Freisler passou a promover mudanças que transformariam o Direito e a Justiça na Alemanha em um novo ordenamento jurídico (se é que se pode chamar assim) fundamentado nos princípios nazistas e ao qual a grande maioria dos juristas alemães (juízes, advogados, promotores) aderiu sem maiores resistências, quando não celebrou.
Assim, desenvolveu-se muito rapidamente o novo Direito Penal Nacional-Socialista, no qual princípios fundamentais como o da legalidade e o da anterioridade, o do juiz natural e o da presunção de inocência cederam lugar a imperativos ideológicos e a regras em defesa da “nova ordem” nazista. Apenas a título de exemplo, passou-se a adotar um Direito Penal baseado na intenção, no qual a simples vontade ou conjectura de cometer um ato ilícito seria punível, e não o cometimento do ato em si. Associado a isso estava o instituto da “custódia protetiva”, pelo qual o Estado poderia prender alguém preventivamente e manter essa pessoa em um campo de concentração por considerá-la uma “potencial ameaça” à sociedade e, principalmente, ao regime (trato disso em “Nuremberg, 1945: o Crepúsculo dos Deuses”). No centro de todo esse processo, repita-se, estava Roland Freisler, que logo se tornaria também o rosto do Judiciário do Terceiro Reich (uma vez que Hans Frank, advogado de Hitler e réu em Nuremberg, perderia seu protagonismo).
Em 1942, Freisler, na condição de Secretário de Estado, participou da Conferência de Wannsee, sobre a qual tratamos em nosso livro, quando se decidiu definitivamente acerca do extermínio dos milhões de judeus sob o jugo do Terceiro Reich, no que viria a ser conhecido como mais um dos neologismos daquela nefasta ideologia: “a solução final”. O jurista estava lá, conheceu da proposta do número dois da SS, Reinhard Heydrich, e as aprovou.
Há exatos 80 anos, tinha início na cidade de Nuremberg, na Alemanha, aquele que entraria para a História como o maior julgamento da era contemporânea: 22 outrora líderes do Terceiro Reich derrotado eram levados a julgamento perante um Tribunal Militar Internacional constituído pelas Potências vencedoras da Segunda Guerra Mundial. Parte dos crimes dos quais eram acusados constituía completa novidade no ordenamento jurídico internacional.
Assim, seguir-se-iam onze meses, ou 218 dias de audiências, em que esses crimes seriam apresentados ao mundo, que também conheceria, em primeira mão, os horrores do nazismo, da guerra total e do Holocausto.
Em razão da efeméride dos 80 anos da instalação do Tribunal de Nuremberg, compartilho aqui um trecho de nosso livro, que conta um pouco de como estava o clima no Palácio da Justiça de Nuremberg naquele 20 de novembro de 1945.
O Julgamento de Nuremberg é o tema de nosso livro, “Nuremberg, 1945: O Crepúsculo dos Deuses”, cujo primeiro volume, “A Caminho de Valhalla”, é lançado agora em novembro pelo Clube Ludovico, da Editora LVM. Com base na pesquisa direta nos 22 volumes de autos do Processo dos Grandes Criminosos de Guerra, em documentos primários auxiliares e, ainda, nas memórias de quem vivenciou o Julgamento de Nuremberg, nosso livro traz um relato inédito, marcante e abrangente sobre Nuremberg e, principalmente, sobre as pessoas que ali estiveram, com suas impressões, angústias e questionamentos.
Para adquirir esta primeira edição de luxo da primeira parte de “Nuremberg, 1945: o Crepúsculo dos Deuses”, você pode acessar o Clube Ludovico, da Editora LVM: www.clubeludovico.com.br.
Pouco antes da 10:00 da manhã de 20 de novembro de 1945, o meirinho anunciava a entrada dos magistrados na sala de audiências 600 do Palácio da Justiça de Nuremberg. Todos se levantaram, solene e respeitosamente, enquanto os oito juízes dirigiam-se a seus lugares. Na sequência, um atrás do outro, com altivez, mas sem prepotência, Falco, De Vabres, Parker, Biddle, Lawrence, Birkett, Nikitchenko e Volchkov seguiram para seus assentos, atrás dos quais havia as bandeiras dos respectivos países. Formavam um colegiado interessante, que refletia bem as particularidades de uma Corte Internacional: “os franceses usam a toga com aba, os britânicos e os americanos a toga, os soviéticos estão de uniforme”[1]. Sentaram-se e observaram à sua volta, cientes de que todas as atenções lhes eram então direcionadas. Não havia ninguém, dentre as cerca de 500 pessoas naquele lugar, que não tivesse consciência de que estava vivendo um momento histórico.
Como Presidente da Corte, Lawrence sentou-se à direita do centro, com Birkett à sua direita, seguido por Nikitchenko e Volchkov. À esquerda do centro, vinha Biddle, depois Parker, seguido por De Vabres e Falco. Isso colocou os quatro juízes de língua inglesa juntos. O astuto Biddle, que organizou os assentos, deu a si mesmo destaque igual a Lawrence, pois falava francês fluentemente. Todos os juízes usavam vestes judiciais, com exceção dos soviéticos, que vestiam uniformes militares.[2]
Após alguns segundos de silêncio, mas que pareceram uma eternidade, precisamente às 10:00, Lorde Lawrence abriu os trabalhos. Passavam-se mais de seis anos desde que a fronteira polonesa havia sido atravessada por garbosos e felizes soldados sob o signo da suástica, que acreditavam que começavam sua caminhada para conquistar o mundo e estabelecer uma Nova Ordem, o “Reich de Mil Anos”. E começava o julgamento de 22 homens, acusados de, na condição de líderes da Alemanha, serem os grandes responsáveis pelos pesadelos inimagináveis vividos por milhões de pessoas naqueles anos de guerra, pela condução de seus país ao abismo e do mundo ao inferno.
Meus caríssimos leitores, obrigado a todos que participaram de nossa live sobre o antentado de Sarajevo, ocorrido em 28/06/1914! Acompanhe a live por aqui:
E para aqueles que desejarem se inscrever em nosso minicurso sobre a I Guerra Mundial, basta clicar aqui.
Minicurso online “A Guerra que mundou o mundo: uma História da I Guerra Mundial”. Quinta e sexta, 15 e 16 de agosto de 2024, às 19h30.
Saudações aos meus 14 leitores! É com grande satisfação que informo que teremos uma live, desta vez pelo meu canal no YouTube, na próxima sexta-feira, 28/06, às 20h. Como preparação para os 110 anos do início da Grande Guerra, vamos falar de um dia que mudou a História! Estão todos convidados! Abraço! Joanisval
Para me encontrar no YouTube é só entrar na plataforma e digitar “joanisvalbsb” ou clicar aqui.
Aqueles que me conhecem, sabem que uma das minhas áreas de estudo é a Rússia, inclusive no período soviético. Há tempos estudo os acontecimentos de 1917 e dos anos seguintes. Faço isso para tentar entender como um regime tão nefasto, comandado por criminosos da pior espécie, conseguiu subjugar todo um povo e, no maior país em extensão territorial do globo, estabeleceu um Estado autoritário que perdurou por mais de sete décadas, matou milhões de seres humanos, espalhou terror por todo o planeta e apresentou à história um experimento real e efetivo de totalitarismo de esquerda.
Pois bem, estava pensando na guerra civil russa, ocorrida há cerca de cem anos (1917-1923). Naquele sangrento conflito, muitos oficiais czaristas aderiram ao Exército Vermelho, idealizado por Trotsky, e contribuíram para a vitória dos bolcheviques. Sim, oficiais que até pouco tempo faziam parte do maior exército da Europa, muitos oriundos de uma longa tradição de lealdade a valores antagônicos aos defendidos pelos comunistas, passaram a lutar nas fileiras bolcheviques.
E por que os oficiais czaristas aderiram à causa de Lênin e dos bolcheviques e lutaram pelo Exército Vermelho? São três as razões, basicamente:
1) Simpatia pela causa, pois havia comunistas entre a oficialidade (uma minoria, é verdade, mas havia). Afinal, essa abjeta ideologia conquistou adeptos em diferentes grupos sociais e em todas as partes, particularmente entre os jovens filhos das elites (com os homens de farda não poderia ser diferente).
2) Covardia e resignação. O medo foi uma razão também, já os bolcheviques se mostraram fortes e obstinados. Lutaram bem e, à medida que os anos passavam, ganhavam mais força e adesões. Os czaristas, por outro lado, estavam em sua maioria desorganizados, divididos e entregues à sua própria sorte. Assim, ao verem qual dos lados estava vencendo, temerosos com o amanhã, frustrados com a inação do restante do mundo (depois de um tempo, a comunidade internacional, como sempre acontece, distanciou-se do conflito, aguardando o vencedor para retomar as boas relações) ou resignados (afinal, “o comunismo não deveria ser tão ruim assim, né?”), certos oficiais czaristas “saltaram” para o lado vermelho, por mais desonrosa que fosse a atitude…
3) Interesses particulares, pois achavam que seria melhor estar ao lado dos novos senhores e que iriam se beneficiar com isso – o que realmente aconteceu para alguns, que galgaram rapidamente posições mais elevadas sobre os cadáveres de seus antigos camaradas. Adesismo para autopreservação, portanto. Isso, associado, à covardia e à perfídia, foi fatal para o desfecho da guerra em prol da Revolução…
Aqueles oficiais não estavam ali para defender seu antigo czar, ou o mesmo o Governo Provisório (que se formara após a abdicação de Nicolau II) e, muito menos, para proteger o povo russo (de fato, o povo em si, não tinha muito o que fazer diante dos grupos organizados em sovietes e do governo central todo-poderoso, comandado pelos criminosos vermelhos). Aqueles oficiais mostraram-se subservientes a um novo regime que tanto mal causaria a milhões de seres humanos e a toda uma nação em nome dos “ideais revolucionários”.
Lembro que os oficiais que aderiram aos bolcheviques traíram não só o czar, mas seu país, e, em última instância, sua própria gente. Desonraram os juramentos que haviam feito, e submeteram-se vergonhosamente ao novo regime… Lutaram, inclusive, contra antigos comandantes e contra companheiros de caserna, irmãos de armas. Sua conduta passaria para a História como símbolo da vergonha e da traição e, passados cem anos, essa mácula permanece.
Em tempo: vale lembrar que a maioria absoluta desses oficiais acabou executada por Stálin nos expurgos de 1937/1938.
O que me interessa no estudo da História não é o fato de que “conhecendo o passado, evita-se que os mesmos erros sejam cometidos”. A verdade é que, mesmo com a experiência histórica, é comum se ver os mesmos erros cometidos em outras partes do globo, mas em situações semelhantes.
Entretanto, se o estudo da História não evita a repetição dos erros, serve para entender melhor o presente e as condutas dos homens. E isso é fundamental em qualquer análise de situação. Ao fim e ao cabo, a História cobrará o preço da inação, da covardia e da desonra…
Olá! Ainda temos algumas vagas para nosso minicurso online “Guerra Fria (1945-1991): Um Mundo Dividido”, que ocorrerá nos dias 14, 21 e 28/09, às 20h, ao vivo pela internet!
No curso, faremos um passeio por cinco décadas em que o mundo esteve polarizado e à beira de um conflito nuclear. Vamos conversar sobre acontecimentos que até hoje influenciam as nossas vidas, a forma como vemos o mundo, e os caminhos tomados por diversas nações.
O curso está imperdível!
E você ainda pode se inscrever com desconto até 05/09! Temos descontos também para militares, profissionais das áreas de segurança e inteligência e membros de instituições parceiras!
No curso, faremos um delicioso e inusitado passeio pela História do Brasil! Conversaremos sobre nosso passado, desde antes do descobrimento até os acontecimentos que culminaram na Independência, em 1822! Também discutiremos sobre as origens e a formação do povo brasileiro e sobre os elementos de nossa brasilidade! Será uma abordagem bem distinta daquelas com as quais você está acostumado, com uma relfexão sobre nosso presente e mesmo sobre os próximos anos!
Então, vamos falar sobre Brasil? Será uma oportunidade única, com um grupo seleto!
Aguardo você! Abraço!
Agradeço pela divulgação de nosso minicurso! Consulte sobre os descontos!
Esta é a última semana para se inscrever com desconto no nosso primeiro minicurso online do ano, “Rússia, o Indomável Urso“. Serão dois encontros, dias 7 e 14 de fevereiro, nos quais faremos um passeio pela Rússia, sua história e cultura, conhecermos mais de seu povo, e entenderemos alguns de seus imperativos geográficos e de seus interesses geopolíticos. O curso está bem interessante, e é aberto a estudantes, professores, profissionais das mais diferentes áreas (com destaque para Relações Internacionais, História, Geografia, Segurança e Inteligência) e a todos aqueles que desejem conhecer um pouco mais sobre esse país fascinante! Em tempo, repito, esta é a última semana para se inscrever com desconto! E temos preços especiais para profissionais das áreas de Segurança e Inteligência, Forças Armadas e para as instituições parceiras (como o IDESF e a ESG). Para nosso formulário de inscrição, clique aqui. Vai ser uma experiência única! Até lá! Abraço!
Olá! Já está disponível, no meu canal no YouTube, a live de ontrem sobre o campo de concetração de Auschwitz. Ali comento um pouco sobre o sistema de campos de concentração da Alemanha nazista, sobre os campos de extermínio e sobre o maior deles, Auschwitz, onde morreram mais de um milhão de seres humanos. E, como foi pelo YouTube, consegui passar slides e mostrar algumas fotos que tirei quando estive lá. Também dou algumas orientações para quem queira visitar o Memorial do Campo de Concentração.
Veja a live, inscreva-se no canal e me ajude a divulgá-lo comentando e compartilhando! Em tempo, esse terrível período deve ser sempre lembrado, para que não sejam repetidas aquelas atrocidades. Esse foi o objetivo da live!
Olá! Nossos minicursos de 2022 começam em fevereiro! E, para marcar o início do ano, já anuncio nossos dois primeiros cursos!
1) Rússia, o Indomável Urso
Será em fevereiro, dias 7 e 14, às 20h. Inscrições em informações aqui.
2) A Fundação do Brasil – Módulo I: O Processo de Independência
Em março, dias 7 e 14, às 20h Inscrições e informações aqui.
Será uma ótima oprtunidade para conversarmos sobre esses temas tão fascinantes! Descontos para “veteranos” dos minicursos, para alunos de instituições parceiras, militares, profissionais de segurança e inteligência e para quem se inscrever nos dois cursos! Vagas limitadas!
É com imensa satisfação que informo que já estão abertas as inscrições para nosso novo Minicurso Online!
“A Guerra que mudou o Mundo: Conversando sobre a I Guerra Mundial“. Será nos dias 14 e 21 de junho (segundas-feiras), às 20:00. Aberto a todos que se interessem por História, guerras, Relações Internacionais e que queiram entender um pouco mais sobre o mundo atual, resultado direto do conflito de 1914-1918.
Meus caríssimos leitores, vocês pediram e será feito!
É com satisfação que informo que estão abertas as inscrições para o nosso novo minicurso online de 2021: “História da Espionagem, Parte I: da Antiguidade à I Guerra Mundial”, que será nos dias 5 e 12 de abril, das 20:00 às 22:00, completamente online!
Em dois encontros, trataremos da História da Inteligência, dos faraós (de fato, antes disso) até a Grande Guerra (1914-1918). Conversaremos sobre a organização e o funcionamento de serviços secretos nos últimos três mil anos, e sobre a importância do recurso aos espiões, na guerra e na paz. O curso destina-se a todos os interessados em assuntos de Inteligência, Segurança e História, e não tem pré-requisito.
Tenho publicado pouco aqui. As novas configurações do WordPress para edição ficaram péssimas para mim. Entretanto, como é véspera de Natal, escrevo para desejar a todos, em especial aos meus 16 (dezesseis) leitores, um Natal pleno de paz, harmonia e felicidade! E que 2021 seja um ano de prosperidade, muita saúde e grandes realizações!
Aproveito para lembrar que, há 106 anos, os conflitos nas trincheiras da frente oriental na I Guerra Mundial foram suspensos, de maneira inacreditável e imprevisível, quando os soldados, dos dois lados da terra de ninguém, resolveram simplesmente parar de lutar e saíram para celebrar o Natal e se confraternizar naquela data tão importante para a Cristandade. Nenhum tiro foi disparado. Ninguém morreu naqueles dias por uma ação do inimigo. Homens de exércitos distintos e adversários cantaram músicas de Natal, compartilharam a ração, mostraram fotos de seus familares uns aos outros e até jogaram futebol onde, até algum tempo antes, caíam bombas do inimigo! Vale muito conhecer sobre a trégua de Natal de 1914!
Quase trinta anos depois, no frio das ravinas de Stalingrado, sob fogo dos ataques soviéticos, um oficial alemão, com um pedaço de carvão produziu um belo e marcante quadro no verso de um velho mapa capturado do inimigo: a “Madonna de Stalingrado”. Esse quadro marcou muito os mais de 1 milhão de alemães que estavam naquelas terríveis condições, cercados pelo inimigo, longe de casa e de suas famílias, e esperando o pior…
Não conheço outra efémeride que consiga despertar tantos sentimentos tão positivos em um significativo número de pessoas e em situações das mais inusitadas! O aniversário de Nosso Senhor Jesus Cristo é a data máxima da Cristandade, a data do nascimento do Grande Reparador! Talvez seja difícil aos que não são cristãos entender isso, mas eis a magia da Religião do Amor! Calam-se as armas, cessa a luta, para que seja celebrado o nascimento do Cristo!
Boas Festas!
Em tempo: a live da semana que faço pelo meu perfil do Instagram (@joanisvalgoncalves) foi sobre guerra no inverno. Ali trato um pouco do Natal de 1914 e da Madonna de Stalingrado. Está disponível, assim como todas as outras lives, em nosso canal no YouTube (joanisvalbsb): www.youtube.com/joanisvalbsb. Vá lá, confira, curta, inscreva-se no canal e agradeço imensamente se puder divulgar compartilhando os vídeos!