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Sobre Joanisval

Brasiliense. Doutor em Relações Internacionais e Mestre em História. Graduou-se em Relações Internacionais e em Direito. É advogado, professor universitário e consultor legislativo do Senado Federal. Monarquista convicto. Contato: joanisval@gmail.com.

Soldados coreanos

Foto interessante. Tento imaginar como seria semelhante foto na Coréia do Norte…

DER SPIEGEL -10/18/2011 06:52 PM

Picture This: It’s a Toss-Up

 Honor guards toss their weapons in the air on Oct. 18 during a welcoming ceremony for foreign military officials visiting the Seoul International Aerospace and Defense Exhibition. While the event’s guest list during the week is limited to defense contractors and officials, its doors will open to the public on the weekend.

Check out the Picture This archive here .

A matemática no conflito palestino-israelense

A matemática do conflito entre Israel e Palestina: 1 israelense = 1000 palestinos. Mais um marco simbólico dessa nova guerra dos cem anos…

Folha.com – 18/10/201115h07

Horas após libertação, Gilad Shalit chega ao seu povoado natal

DA EFE, EM JERUSALÉM
DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

O soldado israelense Gilad Shalit — colocado hoje em liberdade pelo Hamas perto da fronteira entre Egito e Israel– chegou ao seu povoado natal, Mitzpe Hilah, no norte de Israel, onde foi recebido por centenas de pessoas. Continuar lendo

O decálogo de Lênin

Como em uma de minhas aulas de hoje conversávamos sobre os riscos de determinados seguimentos de esquerda no poder, segue o decálogo de Lênin, que teria sido escrito pelo terrorista bolchevique em 1913, e que durante décadas vem orientando muitos daqueles que pregam a “democracia popular”…

Note-se que qualquer semelhança com o que tem ocorrido em alguns países da América Latina NÃO É MERA COINCIDÊNCIA! Depois não digam que não avisei!

O DECÁLOGO DE LÊNIN

   1. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;
   2. Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa; Continuar lendo

Pearl Harbor cibernético

Tenho comentado muito sobre esses assuntos em meus cursos e palestras, particularmente sobre terrorismo e inteligência. A guerra cibernética, o ciberterrorismo e os crimes cibernéticos são problemas que podem afetar significativamente a segurança nacional de países, sobretudo daqueles mais desenvolvidos…

Pois é… Se os EUA estão preocupados (e muito) com isso, será que haveria motivo para nós nos preocuparmos?

 The Washington Post – Posted at 06:00 AM ET, 10/17/2011

Digital deterrents: Preventing a Pearl Harbor of cyberspace

 By Dominic Basulto

 At a time when the Internet has been inextricably linked to our national infrastructure, there are understandably serious concerns about the ability of the U.S.power grid to withstand a coordinated attack from hackers in cyberspace. The Internet has become the back door and front door to controlling nearly every aspect of our national infrastructure. Something as relatively simple as a Google search could lead hackers to possible entry points for controlling a nuclear power plant. At his confirmation hearing this summer, Defense Secretary Leon Panetta warned that, “There’s a strong likelihood that the next Pearl Harbor we confront could very well be a cyberattack that cripples our power systems, our grid, our security systems, our financial systems, our governmental system.” Continuar lendo

O vulcão nas Canárias e o risco de tsunami na costa brasileira

Quando comecei a me informar sobre tsunamis, descobri que uma das poucas possibiliades dessas ondas gigantes alcançarem a costa brasileira seria se houvesse terremoto ou erupção vulcânica nas Ilhas Canárias… Pois é, a coisa nas Canárias não está muito boa… medo…

SPIEGEL ONLINE
10/17/2011 05:52 PM

Volcanic Vibrance

 Lava and gas emissions spew out of an underwater volcano off the coast of Spain’s Canary Islands on Oct. 17, causing the water to turn a bright shade of green. Since July, the smallest of the islands, El Hierro, has experienced roughly 10,000 earthquakes — a sign of rising magma. Continuar lendo

Chávez e a libertação dos prisioneiros estadunidenses no Irã

Tinha que postar esta: a confirmação de que foi Hugo Chávez o interlocutor fundamental que permitiu a libertação dos americanos que estavam presos no Irã (isso segundo o governo venezuelano, claro!)

Obrigado, Presidente Chávez!

Em tempo: olhem o nome do Ministro das Relações Exteriores para o Oriente Médio! Quem se aventura a segui-lo no twitter?

Presidente Hugo Chávez logró liberación de dos estadounidenses

Viceministro de Relaciones Exteriores para el Medio Oriente, Temir Porras, confirmó la noticia a través de su cuenta en Twitter @temirporras Continuar lendo

Como manipular a informação…

Os dois artigos a seguir retirei de uma das mailing lists que recebo. Esta, particularmente, é produzida por seguimentos de esquerda (claro que acompanho a maneira como a esquerda percebe o mundo! Fundamental conhecer para se poder criticar com propriedade, né? Mas, lembro sempre, tenho amigos de esquerda…).

Inseri os artigos para que o leitor possa refletir um pouco como a informação pode ser tratada para produzir deferentes verdades. Não vou comentar mais nada. Leia e tire suas próprias conclusões…

LIBIA -La Resistencia Libiacombate contra los mercenarios – Opositores pro-OTAN  retroceden ante ofensiva leal a Gaddafi en Sirte

 Cientos de heridos se registran entre la población de Sirte, debido a los bombardeos dela OTANy a los combates entre mercenarios y la resistencia libia. Continuar lendo

Arábia Saudita, Irã e a crise no Oriente Médio…

Outra contribuição do Daniel R. Pinto.

Incontestavelmente, a geopolítica do Oriente Médio (e do Golfo em particular) não é para amadores… De fato, os sauditas têm com o que se preocupar, sobretudo com a retirada das tropas estadunidenses do Iraque… Entretanto, não ficarão desamparados, é óbvio. Afinal, são detentores da maior reserva mundial de petróleo – e isso é importante pelo menos durante os próximos cem anos!

As pretensões dos iranianos, por sua vez, encontraram resistências… Bom lembrar que a Turquia (membro da OTAN) pretende ampliar cada vez mais sua influência na região. A Síria, aliada do Irã, apesar da crise interna, é um ator que não pode ser desconsiderado. E, claro, ninguém conseguirá se movimentar muito por ali sem que sejam ouvidas potências externas, como a Rússia, a China e, sobretudo, os EUA (que retiram tropas do Iraque mas não têm a menos expectativa de ver sua influência diminuída no Oriente Médio. Mesmo porque, se saírem, sabem bem, algum ocupará o espaço deixado – não existe vazio de poder).

Por último, tem-se que considerar o Levante e os efeitos das manifestações populares nos países islâmicos.

Há quem diga que essa história do suposto atentado contra o embaixador saudita seria um iniciativa dos EUA para começar os planos de agressão contra os iranianos. Sinceramente, não acho que seja tão simples assim…

Saudi Arabia’s Limited Options Against Iran

Stratford – Created Oct 13 2011 – 22:07
Saudi Foreign Minister Prince Saud al-Faisal on Thursday vowed revenge for an  alleged plot by Tehran to assassinate the Saudi ambassador to the United States with the help of someone claiming to be a member of a Mexican drug cartel. Al-Faisal described the plot as a cowardly attempt by the Iranians to spread their influence abroad through “murder and mayhem” and asserted, “We will not bow to such pressure, we hold them accountable for any action they take against us.” He then said that any action taken by Iran against Saudi Arabia would be met with a “measured response.” When asked to clarify what that response might look like, al-Faisal demurred and replied, “We have to wait and see.”

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Geopolítica do Brasil

Mais uma excelente contribuição do meu caro Daniel Pinto para começar a semana. Bom para a reflexão acerca de como somos vistos pelo mundo. Recomendo a meus alunos de Relações Internacionais.

Stratfor logo
July 14, 2011 | 1216 GMT
The Geopolitics of Brazil: An Emergent Power's Struggle with Geography
STRATFOR

Editor’s Note: This is the 15th in a series of STRATFOR monographs on the geopolitics of countries influential in world affairs.

South America is a geographically challenging land mass. The bulk of its territory is located in the equatorial zone, making nearly all of the northern two-thirds of its territory tropical. Jungle territory is the most difficult sort of biome to adapt for human economic activity. Clearing the land alone carries onerous costs. Soils are poor. Diseases run rampant. The climate is often too humid to allow grains to ripen. Even where rivers are navigable, often their banks are too muddy for construction, as with the Amazon. Continuar lendo

Imagens que dizem muito…

Meu amigo Daniel Pinto, da embaixada brasileira em Porto Principe (Haiti), enviou-me um link muito interessante com fotos da II Guerra Mundial. Dali fui para outro link, que me chamou a atenção também pela beleza das imagens: é sobre cerimônia de Corpus Christi em diversas partes do mundo. Encanta-me a diversidade humana e essa profusão de culturas que formam a humanidade!

Para o link, clique aqui.

12 de outubro de 1492: descobrimento da América

Também foi em um 12 de outubro que a América foi oficialmente “descoberta”. Em que pese o fato que esta é uma data muito mais simbólica (pois os portugueses já conheciam estas terras para cá), vale a comemoração do momento de encontro entre o Velho e o Novo Mundo.

As grandes navegações estão no centro de um processo de globalização que traria mudanças significativas na História da humanidade. E, sem dúvida, Colombo tem seus méritos por tudo isso!

Segue um artiguinho para ilustrar o acontecimento: um genovês, a serviço dos espanhóis, que diz que vai dar a volta ao mundo e chega a um lugar desconhecido, que ele pensa que são as Índias e que acaba recebendo o nome de outro navegador, português. O mais interessante é que os portugueses viam tudo isso e se deleitavam com a confusão, pois sabiam que aquelas ilhas descobertas por Colombo não eram as Índias, mas sim um novo continente, por eles (portugueses) já conhecido…

Minha homenagem ao navegador genovês e a todos os loucos corajosos (ou corajosos loucos) que se lançaram ao desconhecido, enfrentando todas as adversidades, para chegar a terra nunca dantes navegadas!

O Descobrimento da América

http://cvc.instituto-camoes.pt/navegaport/d10.html

De acordo com os dados disponíveis o primeiro navegador a alcançar terras americanas foi Cristóvão Colombo, em 1942 ao serviço de Castela, descobrindo a América Central.

Cristóvão Colombo inicia a sua viagem na madrugada de 3 de Agosto de 1492 como Capitão da Armada e da nau onde seguia, numa frota formada pela nau Santa Maria, a caravela redonda Pinta capitaneada por Martín Alonso de Pizón e a caravela latina Nina com Vicente Yáñez Pinzón como capitão. A tripulação era composta por um total de 90 homens, segundo Las Casas e Fernando Colombo, ou 120 já segundo Gonçalo Fernadez de Oviedo. Continuar lendo

Por Graça de Deus e Unânime Aclamação dos Povos, Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil

Como hoje é aniversário dele, reproduzo o texto de Isabel Lustosa, citada no post anterior, sobre o perfil de nosso primeiro monarca, Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon, Pedro I do Brasil, Pedro IV de Portugal:

“[…] d. Pedro I foi um governante muito à frente da elite brasileira do seu tempo. Ele afrontou os valores da escravidão, combatendo com vigor o hábito de alguns funcionários públicos de mandar escravos para trabalhar em seu lugar; concedendo lotes aos escravos que libertou na Fazenda de Santa Cruz; no Rio de Janeiro e na Bahia, onde os ricos circulavam em liteiras e qualquer pessoa que pudesse ter dois escravos tinha condições de se fazer transportar pelas ruas numa rede amarrada num pau que os escravos sustentavam nos ombros, lembra Macaulay, d. Pedro andava a cavalo ou circulava numa carruagem puxada por cavalos ou mulas e dirigida por ele mesmo; e, como foi visto, não permitiu que seus súditos lhe prestassem a homenagem tradicional de carregar sua carruagem nas costas por ocasião do Fico.” Continuar lendo

Dom Pedro I e a escravidão

Aproveitando as comemorações do 12 de outubro (aclamação de D. Pedro I como imperador e defensor perpétuo do Brasil), achei por bem lembrar que a família imperial brasileira sempre foi crítica da escravidão. Diga-se de passagem, a abolição, alcançada pela Lei Áurea, de 13 de maio 1888, é, sem sombra de dúvida, percebida como o “tiro de misericórdia” no regime monárquico brasileiro. A historiografia atual assinala que a Princesa Isabel tinha plena consciência de que estava a sacrificar o futuro seu e de sua família, e o do Império do Brasil, ao por a termo a nefasta mácula da escravidão. E mesmo assim o fez, e sua aclamação como “a Redentora” não é por acaso.

O espírito de serviço e o amor à nação foram características inatas dos soberanos brasileiros ao longo de todo o Império. Lástima o golpe da República e triste a condição dos chefes de Estado que se seguiram ao colapso do Império e que nem de longe alcançavam a nobreza do monarca e de sua herdeira que haviam sido exilados…

Mas repito, o espírito cívico e o apreço pelas boas causas sempre estiveram presentes do DNA da família imperial brasileira. Mesmo D. Pedro I, muito criticado por alguns devido a seus arroubos, demonstra grande sensibilidade em questões tão relevantes como a escravidão. De fato, foi ele um dos primeiros críticos do modelo, quando o restante do mundo, inclusive nações democráticas como os EUA, viam a escravidão com naturalidade.

Dom Pedro I não acreditava em diferenças raciais e muito menos em uma presumível inferioridade do negro, percepção comum à época e que perduraria por muitos anos do século XX, chegando mesmo, infelizmente, ao século XXI em algumas regiões do planeta. Sua Majestade deixou claro, desde muito cedo, o que pensava sobre a idéia de desigualdade em razão da “raça”: “Eu sei que o meu sangue é da mesma cor que o dos negros“. Completamente contrário à escravidã0, o Imperador pretendia mesmo debater com os deputados da Assembleia Constituinte uma forma de extingui-la.

Note-se que a posse de escravos no período não se restringia a aristocratas ou famílias ricas. Era comum que brasileiros humildes também tivessem escravos. Ademais, ainda que constituindo a grande maioria, não eram apenas os negros os escravos no Brasil: havia mestiços e até brancos. E não era incomum que negros e mesmo escravos libertos também tivessem seus próprios escravos.

Dom Pedro I é dos que primeiro escrevem contra o instituto da escravidão. A condição de escravo, em sua opinião, era algo nefasto e prejudicial a qualquer sociedade: Continuar lendo

Viva o 12 de outubro! Viva Dom Pedro I!

 

Aclamação de D. Pedro I (12/10/1822), por Debret. Esta foi, durante muito tempo, a imagem da independência do Brasil

Aclamação de D. Pedro I (12/10/1822), por Debret. Esta foi, durante muito tempo, a imagem da independência do Brasil

12 de outubro: taí uma data que deve ser lembrada por todos os brasileiros! Afinal, foi no dia 12 de outubro de 1822 que Dom Pedro I  foi proclamado Imperador e aclamado defensor perpétuo do Brasil! Sim, 12 de outubro (coincide com o aniversário de Sua Majestade) é o dia da aclamação de Dom Pedro I.

Durante muitos anos, foi essa a data importante relacionada à independência do Brasil… A data era tão significativa e tão presente no imaginário coletivo que foi preciso manter o feriado como o “dia da padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida” e, para influenciar as novas gerações desde cedo, dia da criança.

 

Dom Pedro I, o monarca da quatro coroas - Defensor Perpétuo do Brasil!

Fica aqui minha homenagem a Sua Majestade Imperial, Dom Pedro I do Brasil, Dom Pedro IV de Portugal, um português de coração brasileiro e que tantas mudanças provocou em dois continentes nos seus curtos 35 anos de vida!

Viva o 12 de outubro! Viva Dom Pedro I! Viva o Império do Brasil!

Chavez e a China

Pequim aumenta sua presença na América Latina. Pelo visto, a China se mostra muito ativa e influente que a URSS noas bons tempos da Guerra Fria, nesse continente que durante décadas foi incontestável área de influência estadunidense.

Entre estar sob a hegemonia dos EUA e da China, digo sempre, prefiro a de Washington…

HasVenezuela’s Chavez Become a Chinese Puppet inLatin America?

 “China is already Venezuela’s second main commercial partner and Chavez has made all efforts to tie his regime to China in what could be called the CHI-CHA connection,” says Venezuelan expert Gustavo Coronel, asking of the $80 billion in loans: “Has Hugo Chavez’s anti U.S. obsession has driven him into the arms of China?”

By Gustavo Coronel, Latin American Herald Tribune, 11OCT2011 –
http://www.laht.com/article.asp?ArticleId=431587&CategoryId=13303

Hugo Chavez’s anti U.S. obsession has driven him into the arms of China. If it wasn’t so truly tragic this could be the stuff soap operas are made of: the spiteful woman rejected by a lover who gives herself to a rich suitor. Continuar lendo

O aparato de Segurança Nacional dos EUA

Artigo muito interessante sobre o desenvolvimento da estrutura de Segurança Nacional dos EUA após o 11SET2001. A quantidade de pessoas e organizações envolvidas com o tema é surpreendente! Também impressiona o número de profissionais com acesso a documentos sigilosos!

Diante disso, só imagino o quão difícil seria por fim à guerra contra o terror, tendo-se que desmobilizar boa parte dessa estrutura. Em outras palavras, muita gente ficaria desempregada…

Assim, parece difícil que se retroceda nesse processo… Se não houver inimigo a combater, ele será inventado. Ou isso ou, repito, muita gente vai perder o emprego…

Terrorismo e segurança nacional

 Rubens Barbosa – Ex-embaixador do Brasil nos EUA (1999-2004)
Estadão, 11OUT2011

 Em artigo recente procurei mostrar que o mundo não mudou em decorrência dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, mas a sociedade norte-americana, sim. Os EUA nunca haviam sido atacados em seu território continental desde 1814, quando, na guerra anglo-francesa, depois da independência, a Casa Branca foi incendiada pelos ingleses. A alma americana foi profundamente afetada, o que explica a mudança rápida no comportamento do seu povo e do seu governo. Continuar lendo

Espanha abrigará navios de guerra estadunidenses

Uma base dos EUA na Espanha. Iniciativa interessante, sobretudo agora que os russos vão estabelecer uma base na Ossétia… Com navios com sistemas de defesa que reforçarão o escudo antimísseis, o argumento é que se pretende proteger a Europa contra agressões de países como a Coréia do Norte (quem?) e o Irã. Sei… 

O controle do Mediterrâneo fica reforçado. Ademais, a Espanha está de frente para o Norte da África. Os espanhóis comemoram… Nada como uma base americana para aquecer a economia (ok, não é bem uma base americana, mas tá valendo…).

De toda maneira, nada como a nostalgia da Guerra Fria para animar as relações internacionais! EUA aumentando a presença no Velho Mundo… Putin está de olho! 

Reuters AML – miércoles 5 de octubre de 2011 17:09 GYT

España albergará buques antimisiles EEUU en una base
 Por David Brunnstrom y David Alexander

BRUSELAS (Reuters) – Estados Unidos y España anunciaron el miércoles un acuerdo para albergar buques antimisiles de la marina estadounidense en la base de Rota, en la costa española, reforzando el plan liderado por Washington para establecer un sistema de defensa de la OTAN en Europa. Continuar lendo

Rússia testa míssil balístico intercontinental

Ainda tratando de Rússia, o Urso testa um novo tipo de míssil intercontinental. Pois é, os investimentos em Defesa têm crescido naquele país (para desespero dos vizinhos e para lembrar ao mundo que a Potência ainda existe e quer continuar influenciando o sistema internacional).

RIA Novosti

Russia tests new ballistic missile

http://en.rian.ru/mlitary_news/20110930/167259462.html

00:23 30/09/2011

Russia carried out on Thursday a successful test of a new sea-based intercontinental ballistic missile, the Defense Ministry said.

The Liner missile was launched from the Tula (Delta IV class) strategic submarine in the Barents Sea targeting the Kura test grounds on the Kamchatka peninsula. Continuar lendo

Putin e o mundo…

Mais uma excelente análise de Fyodor Lukianov (gosto de publicar suas análises neste site). Recomendo-a em especial a meus alunos de Relações Internacionais.

Desta vez, o foco é na percepção de Putin sobre política externa e de como se espera a configuração de poder internacional com o retorno de Vladimir à cadeira atualmente ocupada por Medvedev… Claro, sempre bom lembrar, Putin nunca deixou o poder. Bom para a Rússia… ruim para os adversários da Rússia… preocupante para os aliados da Rússia…

Gosto de Putin…

RIA Novosti

Uncertain World: Vladimir Putin 3.0

18:19 29/09/2011

Foreign commentators on Russian foreign policy have lost their hobby horse. They will no longer have to rack their brains over who in the Medvedev-Putin tandem exerts greater influence on Russian foreign policy. The experiment is over and the informal leader comes to the fore. True, now a different topic will be discussed for some time – how will the Kremlin’s conduct change as a result?

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Base militar russa na Ossétia do Sul

Mais uma afirmação do poder russo. Depois da guerra com a Geórgia (quando Moscou demonstrou que não admitia ingerência de potências ocidentais em suas tradicionais áreas de influência, ao mesmo tempo em que deu o troco no Ocidente pelos acontecimentos que culminaram na emancipação do Kosovo), e do reconhecimento da Ossétia do Sul e da Abcázia, a Rússia agora dá passo importante ao aprovar o estabelecimento de uma base militar na região.

Isso é o que eu chamo de High Politics! Sim, o Urso mostra as garras e, como sempre disse, a Rússia pode não ser mais a Superpotência que foi a URSS, mas continua uma grande potência, com pretensões de grande potência…

Em tempo: interessante que, além da Rússia, Venezuela, Nicarágua, Vanuatu, Tuvalu e Nauru também reconheceram a Ossétia do Sul… 

RIA Novosti

Russia ratifies Abkhazia, S. Ossetia military base deployment

http://en.rian.ru/mlitary_news/20110928/167210494.html

12:24 28/09/2011

The Russian parliament’s upper house ratified agreements on Wednesday concluded last year with Abkhazia and South Ossetia, under which Moscow will set up military bases in the breakaway republics. Continuar lendo