192 anos da Independência: Pátria Amada, saqueada

independencia2Há 192 anos, um príncipe português (que amava esta terra como poucos) rompia os laços com a metrópole e proclamava o Brasil um país independente. Uma nova nação se erguia, com um povo valoroso que ansiava por ocupar seu papel de destaque no cenário internacional. Verde e amarelo eram nossas cores. O regime monárquico nos unia e garantia um Estado democrático, Nascia um país rico pela própria natureza, próspero por suas riquezas naturais e, sobretudo, por seu povo singular.

Passados quase duzentos anos do episódio do Ipiranga, pouco há a se comemorar no Brasil independente. Há como se dizer independente, se a nação é saqueada, pilhada, a corrupção impera, homens e mulheres inescrupulosos buscam qualquer oportunidade para roubar e se locupletar da coisa pública, como se de ninguém ela fosse? Denúncias de corrupção em altas esferas do poder nacional se espalham. Ao mesmo tempo, o cidadão se vê vítima também dos “bandidos pequenos”, que se proliferam e roubam, roubam, roubam, com a certeza da impunidade. Será que nos transformamos em uma pátria de ladrões?

Os brasileiros temos pouco a comemorar nestes 192 anos da independência. O País perde valores, ensina-se racismo e ódio nas escolas, parte significativa da população torna-se refém de assistencialismos, o mérito deixa de ser importante, substituído pela afirmação de incompetência  e pelo vínculo ideológico como as únicas formas de se vencer na vida. O que conta, o que se ensina, é o quanto se pode sugar do Estado. A livre iniciativa e o empreendedorismo são condenados e aquele que se faz por si mesmo não tem lugar diante da massa que só prospera por meio de benesses do Estado, pois aqui o melhor é ser “coitadinho”.

CORRUPção1Mensalões e petrolões  assolam o país. A classe política encontra-se completamente desacreditada. Mas ela é só um reflexo do povo que lhe transfere poder. Sim, porque os brasileiros são responsáveis por seus governantes. Gritos de mudança se perdem em meio a mentiras e manipulações. Bandeiras vermelhas e negras assumem o lugar do verde o do amarelo que fundaram a nação. E tudo segue, como se normal fosse. O que importa é o próximo capítulo da novela, ou o jogo da próxima quarta.

Há muito não se via um momento tão crítico na História do Brasil. Infelizmente, o Estado está aparelhado, corações e mentes submissos, mentira e manipulação imperam, e a população tão dependente das benesses públicas, que permanece passiva, bestializada diante do mar de lama que assola o País.

corrupcaoBrasilEm 192 anos de existência, o Brasil parece, realmente, sem rumo. Incompetência gerencial e corrupção, roubalheira generalizada e desavergonhada, assistencialismo, imposição de um discurso mentiroso, falta de valores cívicos, de respeito, de preocupação com o bem comum, tudo isso faz deste País dependente de um grupo com um projeto de perpetuação de poder, e da população completamente refém de si mesma. E o pior, não se percebe sinais de mudança.

Cerca de duzentos anos atrás, o Rei Dom João VI alertou seu filho Pedro de que se atentasse para os aventureiros que poderiam se apossar do Brasil. Dessa maneira, teria dado sua benção para que o amado filho tornasse esta terra independente. Após dois séculos, o Brasil está na mão de aventureiros e aproveitadores, sob o jugo não mais de portugueses, mas dos próprios brasileiros. Precisam proclamar novamente nossa independência e romper com os lações ideológicos e de servidão que fazem 200 milhões de homens e mulheres reféns de brasileiros inescrupulosos. Se não for proclamada uma nova independência do Brasil, a alternativa para esta nação será a morte.

Independência_ou_Morte_

Tratamentos imperiais, reais e nobiliários

TITULOS_NOBREZAEstamos na Semana da Pátria, quando celebramos os 192 anos do Grito do Ipiranga, ocasião em que o Brasil rompeu os laços coloniais com Portugal e, graças a portugueses e brasileiros que amavam esta terra, a começar por Sua Majestade Imperial e Real, Dom Pedro I, tornou-se uma próspera e unida nação, abençoada por ser uma monarquia em meio à diversidade de repúblicas e republiquetas deste continente.

Buscarei publicar, nos próximos dias, assuntos referentes à monarquia, que tanto agradam a meus leitores (é interessante como publicações relacionadas a assuntos monárquicos estão entre as mais procuradas neste site, assinalam as estatísticas). Nessa linha, gostei do texto a seguir, retirado da revista eletrônica “Mundo da Nobreza“. Como se dirigir a imperadores, reis e nobres? Quais pronomes de tratamento utilizar? Espero que um dia possamos, novamente, usar alguns desses aqui em Pindorama, quando a república anacrônica e corrompida for substituída pelo novo e moderno Império do Brasil!

Viva o Império do Brasil! Pela restauração!

Brasil.Império

TRATAMENTOS

Muitas vezes nos perguntamos: “Qual a correta maneira de se dirigir a um Príncipe, ou a um outro Nobre?”, para responder a esta, e outras perguntas, a Revista Eletrônica Mundo da NOBREZA publica as corretas formas de tratamento, pelo qual se deve dirigir a cada Membro da Realeza, Nobreza ou Aristocracia.

Os tratamentos estão organizados do mais elevado ao menos importante.

SUA SANTIDADE (S.S): É a mais elevada forma de tratamento, que é de uso exclusivo do Santo Padre o Papa, que como Soberano da Santa Igreja Católica, é também o Chefe de Estado do Principado da Cidade do Vaticano. Possui muitos outros títulos, como Sumo Pontífice, ou Pai dos Reis e dos Príncipes, etc.

SUA SACROSSANTA MAJESTADE IMPERIAL (S.S.M.I.): Título que era utilizado pelos Sacrossanto Imperadores Romano-Germânicos, até 1806. Atualmente não é mais utilizado.

SUA MAJESTADE IMPERIAL E REAL (S.M.I&R.): É a mais elevada forma de tratamento dada a um Monarca, sendo que é reservada aos Imperadores, que também possuam a dignidade de Reis.

SUA MAJESTADE IMPERIAL (S.M.I): É o tratamento dado aos Imperadores, para assim serem distinguidos dos demais Reis. Hoje é quase inexistente seu uso, mas foi o tratamento utilizado pelos Imperadores do Brasil, do México, e pelos Monarcas Britânicos, durante a existência de seu Império colonial. Continuar lendo

Mais sobre o Manifesto Brasil 2022

Amigos,
Em 7 de setembro último, lançamos o Manifesto Brasil 2022, um documento para pensar o Brasil e buscar soluções para o cenário crítico em que nos encontramos.

Muitos são os que nos têm perguntado sobre próximos passos e ações concretas relacionadas a este Movimento. Assim, publicamos hoje mais algumas medidas a serem tomadas por aqueles que desejem se juntar a nós (vide o link).

Registramos a importância de alguns desses passos:

1 – Conheça, discuta e divulgue o Manifesto e suas idéias. É importante que essa divulgação vá além das redes sociais: envie por email a amigos, imprima e entregue a pessoas que você acredita possam se sensibilizar para com o assunto.
2 – Se você tem críticas, sugestões, questionamentos, escreva para nós. O site do Manifesto é um espaço para debate e contribuições. Se você desejar acrescentar novos temas a serem tratados, tiver contribuições ao texto e mesmo críticas e posições divergentes daquelas do Manifesto, escreva para nós! Envie sua opinião. O debate é fundamental, enriquecedor e contribui para a consciência democrática!
3 – Filie-se a um partido político! Veja que não dissemos a que partido você deve se filiar – isso é uma decisão e uma escolha sua! O Movimento Brasil 2022 é extrapartidário. Em nosso sistema político, os partidos têm papel importante para a participação política, não podem ser desconsiderados. Recomendamos, portanto, que você ingresse em um partido que melhor se adeque a suas percepções e divulgue as idéias e as propostas do Manifesto lá dentro! Lembre-se de que “os bons não podem temer a vida pública. Os bons têm que ter a audácia e o ímpeto de entrar na vida pública em defesa dos princípios democráticos. Nosso programa é um programa de Estado, e só pode ser conduzido de acordo com a ordem institucional estabelecida”.
Enfim, contamos com seu apoio. Junte-se a nós!
Joanisval Gonçalves
Carlos Azevedo
Marcus Reis
E outros brasileiros mais…
http://manifestobrasil2022.org/proximos-passos-e-acoes-concretas/

Conheça o website do Manifesto: http://manifestobrasil2022.org/

Para o texto do Manifesto em PDF, clique aqui.

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Manifesto Brasil 2022

Meus caros,

Manifesto_folha1É com imensa satisfação que informo a meus queridos leitores que, neste dia da Independência do Brasil, é lançado o Manifesto Brasil 2022.

Esse documento é o produto de meses de reflexão e debate sobre os problemas brasileiros e o futuro que queremos para o Brasil e seu povo. De fato, o Manifesto faz um diagnóstico da situação geral do País hoje e propõe alternativas que possam elevar o Brasil a um novo patamar de desenvolvimento, civilização e independência no bicentenário de sua Emancipação (7 de setembro de 2022).

ideia do Manifesto teve início há exatos nove meses, quando três amigos reunidos em um almoço, chegaram à conclusão que algo precisava ser feito para retirar o Brasil dessa rota em direção ao caos, à violência e ao atraso. Ao externarem seu pensamento, descobriram que muitos pensavam como eles. Perceberam, ainda, que sua geração, a dos nascidos entre meados dos anos sessenta e meados dos anos oitenta do século XX ainda não deixara qualquer contribuição ao progresso do País.

Assim, decidiram os três amigos começar a pensar em como poderiam contribuir para um Brasil melhor. E, após muitas reflexões e debates, chegaram à produção do Manifesto.

Certamente, o Manifesto Brasil 2022 é apenas um primeiro passo. Mas deve ser o documento propulsor de um movimento por mudanças no Brasil nos mais distintos campos. Os autores se inspiraram no Manifesto Antropofágico de 1922 que, no centenário da Independência, deu início a um processo de transformações cultura e nas idéias brasileiras.

Convido-os a conhecer o Manifesto. Vocês podem baixar seu texto integral em pdf aqui. Podem, ainda, acessar o sítio na internet dedicado ao documento: www.manifestobrasil2022.org. Podem difundi-lo, debatê-lo, criticá-lo, propor novas reflexões e, se concordarem com ele, juntar-se a seus idealizadores no movimento por um Brasil melhor em 2022.

Inaceitável é ficarmos inertes. Inaceitável é sermos meros expectadores enquanto o Brasil mergulha no caos, na violência e no atraso. Ou fazemos alguma coisa, ou as futuras gerações não nos perdoarão pelo legado que deixamos.

Vamos, então! Neste 7 de setembro de 2013, vamos dar o passo inicial rumo a uma nova Independência!

Viva o Brasil! Viva o Povo Brasileiro! Avante!

Manifesto Web

Abertura dos Portos

D. João VI (francês)Acabei não podendo fazer esse registro na data devida, mas o faço agora… No dia 28/01, relembra-se um acontecimento de extrema importância para a História do Brasil: a Carta Régia de Dom João (que viria a ser Dom João VI de Portugal, ou Dom João I do Brasil) que abria os portos do Brasil às nações amigas… Qual o significado disso? Pouco se fala por aqui, mais foi o acontecimento que pôs fim a nossa condição de colônia, pois acabou com o monopólio da metrópole e permitiu o livre comércio entre o Brasil e outros países.

Fui irônico ao dizer que “se relembra”… Praticamente ninguém lembra disso nesta terra sem história, sem passado, sem memória… E logo nós, que temos uma história tão rica e preciosa… A maioria absoluta dos brasileiros não tem a menor percepção da envergadura do acontencimento que foi a vinda da família real de Portugal. Caso único em que a colônia passa a ser a metrópole… Exemplo de “grande estratégia”, que garantiu a manutenção da coroa dos Bragança e de sua jóia mais preciosa…

Fala-se muito de Dom João de maneira jocosa, mas não se percebe que ele foi um dos poucos soberanos de sua geração que resistiu a Napoleão e conseguiu se manter no poder… Preservou sua dinastia em dois continentes e permitiu que o progesso chegasse a estas terras que aprendeu a amar…

Devemos muito de nossa emancipação a Dom João e seu reinado… Graças a sua vinda (que nada teve de idéia transloucada, mas sim da execução de um plano concebido décadas antes pelo genial Marquês de Pombal), o Brasil pôde desenvolver-se e amadurecer econômica, social e politicamente… O monarca amava tanto estas terras que não queria voltar a Portugal… e, quando teve que fazê-lo, aqui deixou o que tinha de mais precioso: seu filho amado, o príncipe herdeiro, e que faria nossa indepência e inauguraria um grande império nos trópicos.

Pabertura_portosassa da hora de se revisar a figura de Dom João VI e de se conhecer mais esse período da História do Brasil… Infelizmente, os brasileiros preferem ver e discutir quem vai para o paredão no BBB…

Segue o texto do documento:

Abertura dos Portos às Nações Amigas

“Conde da Ponte, do meu Conselho, Governador e Capitão-General da Capitania da Bahia, Amigo. Continuar lendo