Fukushima: nível 7. Chernobyl: o problema persiste.

Fukushima, 2011.

Agora é oficial: Fukushima alcançou o nível 7 (sete), igual a Chernobyl. As autoridades japonesas agiram com muita cautela na divulgação do desastre na usina nuclear – foram preparando a população, aos poucos, para falar do pior. E o acidente causado pelo Tsunami passou de uma situação de baixo risco a uma calamidade de altíssimas proporções… Convém lembrar que Fukushima está a 250 km de Tóquio, uma das cidades mais populosas do mundo. Ou seja, o pior, infelizmente, parece que ainda não aconteceu.

Chernobyl, 1986.

E, uma vez que o desastre nuclear no Japão ocorreu vinte e cinco anos depois da tragédia na Ucrânia, é importante destacar que o sarcófago de Chernobyl carece de manutenção (os ucranianos não têm dinheiro para reforçar a proteção contra o vazamento de radioatividade do que sobrou da usina soviética). Sim, Chernobyl ainda é uma ameaça, e séria. Novas obras precisam ser feitas para garantir a integridade do sarcófago, duas décadas e meia após sua construção.

A propósito, quem quiser ter uma vaga noção das conseqüências de Chernobyl, vá ao Google e faça uma pesquisa de imagens com esse nome. Preferi não postar nenhuma foto das vítimas em respeito aos leitores mais sensíveis.

Segue artigo sobre a escala de eventos nucleares (Goiânia foi nível 5)… Continuar lendo