Quem é Muamar Kadafi…

Segue artigo que apresenta o perfil de Kadafi. De jovem líder revolucionário a ditador sanguinário, de Paulo Beti na juventude a Cauby Peixoto quarenta anos depois.

Chama atenção como Kadafi consegue ainda angariar a simpatia de tanta gente pelo mundo. Assim como Fidel, ele carrega um “quê” de “líder revolucionário romântico, cavaleiro defensor dos oprimidos dos países pobres contra as potências imperialistas”. Exatamente como Fidel, o cross-dressing de Trípoli revelou-se um algoz de seu povo, comandando um regime autoritário e mantendo seu país atrasado.

Vale a pena saber um pouco mais sobre essa figura!

BBC News Africa

26 March 2011 Last updated at 01:03 GMT

By Martin Asser BBC News

Montage of Col Gaddafi

How can you adequately describe someone like Muammar Gaddafi? During a period that has spanned six decades, the Libyan leader has paraded on the world stage with a style so unique and unpredictable that the words “maverick” or “eccentric” scarcely do him justice.

His rule has seen him go from revolutionary hero to international pariah, to valued strategic partner and back to pariah again. Continuar lendo

O significado dos vários nomes dados pela Coalizão à operação militar na Líbia

Muito instrutivo este artigo, sobretudo para quem se interessa por assuntos militares.

Transcrevo o comentário, sempre brilhante, de um amigo diplomata:

A lista de “nomes” vai crescendo….e.g., a componente aeronáutica do Canadá é a “Libaccio” um vento da Córsega, que significa “líbio”. Os espanhóis, também com certo ânimo poético, escolheram “Operación El Amanecer de la Odisea”, que  parece ser quase a exata tradução da seca  “Odyssey Dawn”.

Gosto da criatividade na escolha dos nomes (os britânicos são sem-graça). E me lembro de “Tempestde no Deserto” (Golfo I, 1991) e da confusão com escolha do nome da operação que derrubaria o regime de Saddam Hussein (Golfo II, 2003).

http://www.bbc.co.uk/news/magazine-12831743?print=true
Libya: What do the military operation names mean?

Operation ELLAMY is the name given to UK military action in Libya, while the US, Canada and France all have their own monikers. But what do they mean?

With a coalition of international Allies, backed by Nato, carrying out air strikes to enforce a no-fly zone and other objectives in Libya, the eyes of the world are on them – and their operation names. Continuar lendo

Os hispânicos nos EUA: 50,5 milhões!

Inquestionável a importância dos hispânicos nos EUA, relevância que só tende a se tornar mais significativa. Afinal, dos 308,7 milhões de habitantes da maior potência do globo, 50,5 milhões (16%) são de origem hispânica. É a “minoria” que mais cresce no país.

Note-se que os afro-descendentes são 38,9 milhões (13%), enquanto os asiáticos somam 14,7 milhões (4,76%).

Outro ponto da matéria que merece destaque diz respeito ao fato de que, dos 50,5 milhões de latinos, 11 milhões (mais de 21%) estão em situação irregular nos EUA. Destaco o comentário do Diretor de Comunicação da Coalizão pelos Direitos Humanos dos Imigrantes (CHIRLA), Jorge Mario Cabrera: “De esos 50 millones, 11 millones no están regularizados. Están aquí, trabajan, colaboran, forjan empleos, compran casas, participan de las actividades cívicas de sus comunidades y al mismo tiempo ayudan a sus países de origen enviando dinero“.

Há muito os EUA deixaram de ser uma nação branca, wasp. Essa diversidade é muito positiva para o país e oxigena o tecido social daquela grande nação, forjada, diga-se de passagem, pelo sangue, suor e lágrimas (permita-me, Sir Churchill) de imigrantes.

Enfim, não demorará muito para os EUA terem um presidente hispânico. Em tempo: brasileiros não estão listado na categoria. Continuar lendo