Utilidade Pública: concurso para Consultor Legislativo do Senado na nossa área

A quem interessar possa, segue o conteúdo programático específico para o concurso de Consultor Legislativo do Senado, área Defesa Nacional, Segurança Pública e Relações Internacionais. As inscrições podem ser feitas pelo site da FGV. Para o edital completo, clique aqui.

I – SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA NACIONAL. 1. Segurança e defesa interna. 1.1. A doutrina e o direito da segurança nacional. 1.2. Medidas de defesa do Estado e das instituições democráticas. 1.3. Estado de defesa e estado de sítio. 1.4. Intervenção federal nos estados. 1.5. Segurança pública e seus órgãos institucionais. 1.6. Polícia federal, marítima, aérea, de fronteiras, rodoviária, ferroviária e portuária. 1.7. Polícia civil, polícia militar e corpo de bombeiros militar dos Estados e do Distrito Federal. 1.8. Sistema Nacional de Segurança Pública. 1.9. A Secretaria Nacional de Segurança Pública. 1.10. Força Nacional de Segurança Pública. 1.11. Segurança Pública e defesa civil. 1.11.1. Política Nacional de Defesa Civil. 1.11.2. Sistema Nacional de Defesa Civil (Lei 12.340, de 1º de dezembro de 2010). 1.12. Segurança Pública e crime organizado. 1.13. Cooperação internacional no combate ao crime organizado. 1.14. Diferenças entre Segurança Pública, Segurança Nacional e Defesa Nacional. Continuar lendo

Reflexões do companheiro Fidel

Figura das mais marcantes na história do século XX, Fidel Castro Ruz continua ativo à frente da democrática e revolucionária ilha caribenha (ah, tá bom! Esqueci que é o Raul quem está mandando agora em Cuba! Tá bom…). Segue a mensagem do líder por ocasião do Ano Novo. Sob o título de “A marcha para o abismo”, são reflexões sobre os mais diversos temas, do sempre presente “imperialismo yankee” a questões ambientais.

O texto é muito bem escrito. Diga-se de passagem, a pena de Fidel é muito talentosa. O advogado que virou revolucionário e governante de seu país é um hábil escritor.

Goste-se de Fidel ou não, tenha-se simpatia pelo regime por ele estabelecido (eu não tenho), seu pensamento deve ser conhecido, particularmente na América Latina. Afinal de contas, ele ainda estará à frente de Cuba por, pelo menos, uns 150 anos…

Só por curiosidade, como lembrei a um amigo canadense especialista em Cuba, Fidel Castro tem mais tempo governando aquele país que Barack Obama tem de vida…

2 de enero de 2012
Año 2 No. 3

Boletín Especial

La marcha hacia el abismo

 (Tomado de CubaDebate)

No es cuestión de optimismo o pesimismo, saber o ignorar cosas elementales, ser responsables o no de los acontecimientos. Los que pretenden considerarse políticos debieran ser lanzados al basurero de la historia cuando, como es norma, en esa actividad ignoran todo o casi todo lo que se relaciona con ella. Continuar lendo

O mito das duas guerras simultâneas

Artigo interessante do Washington Post, que se refere à capacidade dos EUA de lutarem em duas guerras ao mesmo tempo era um mito. De toda maneira, com os cortes feitos por Obama, agora é que isso pode ficar mais difícil. Digo “pode”, pois que ninguém se iluda: os EUA ainda são a maior potência militar do planeta e ninguém consegue fazer frente ao gigante estadunidense com meios convencionais…

The Washington Post, 01/06/2012

The myth of the two-war military strategy

By 

There has been a good deal of weeping over the Pentagon’s newly unveiled strategy, much of it focused on concerns that the military will no longer be prepared to fight two wars, or two “major regional conflicts,” at once.

But the notion that the military ever was prepared for such a mission is in many ways a great strategic myth. Continuar lendo

Cumpleaños del Rey

No último dia 5, fez aniversário Juan Carlos Alfonso Víctor María de Borbón y Borbón-Dos Sicilias, mais conhecido como Juan Carlos I da Espanha. Sua Majestade nasceu no exílio em 1938, durante os tenebrosos tempos da malfadada república espanhola.

Preparado desde muito jovem para assumir o trono com o fim do regime franquista, Juan Carlos tornou-se rei dos espanhóis em 1975 e conduziu com muita habilidade a transição para a democracia. O respeito de seu povo foi ganho com o talento de conduzir como monarca constitucional, inclusive por ocasião da tentativa de golpe de 1981, debelada pelo próprio rei.

Indiscutivelmente, Juan Carlos é um dos líderes internacionais mais respeitados e um monarca amado por seu povo (no campo internacional, a melhor lembrança que tenho dele foi o “por que não te calas!?!” dito a Chávez, que fez com a pseudorreincarnação bolivariana se recolhesse a sua insignificância). De fato, a Espanha é um ótimo exemplo de monarquia moderna e próspera, funcionando (muito bem, obrigado!) neste início de século. 

Para acessar a Casa Real espanhola, clique aqui. Ok, estou monarquicamente inspirado hoje… Se você não gostou dos posts monarquistas, problema seu…

Os russos e o programa nuclear iraniano

Matéria sobre a posição de Moscou sobre o programa nuclear iraniano. Diante de todas essas provocações que Armandinho de Teerã e sua turma têm feito contra as potências ocidentais,é bom lembrar que os persas têm um trunfo que nem o Iraque, nem Kadafi (e ao menos não na mesma escala, que Chico César e Bob Filho tinham/tem na Coréia do Norte): o apoio russo eo chinês. Nesse delicado jogo no Oriente Médio, Rússia e China também colocam suas peças no tabuleiro… Trata-se de aspecto que não pode ser de forma alguma ignorado…

RIA Novosti

Tehran hails Moscow’s diplomatic efforts over Iranian nuclear program

http://en.rian.ru/russia/20120105/170631657.html

17:16 05/01/2012

Iranian President Mahmoud Ahmadinejad told his Russian counterpart Dmitry Medvedev during a telephone conversation on Thursday that Tehran backed Moscow’s diplomatic efforts to settle the dispute over Iranian nuclear program, the Kremlin said.

……..More

“Medvedev noted with satisfaction the Iranian president’s positive assessment of the Russian initiative, a plan of gradual restoration of trust to the Iranian nuclear program,” the Kremlin said, adding that both leaders had agreed to continue talks on this issue.

The two presidents spoke the next day after the EU officials reached a preliminary agreement, backed by the United States, to impose an embargo on the Iranian oil exports that make up 60 percent of the country’s revenues.

The oil embargo may leave Tehran without its second largest market since the EU states buy 450,000 barrels of Iranian oil per day (bpd). China, the main customer of Iranian oil, has already cut its orders by more than half this month.

Tensions between Washington and Tehran aggravated in late December when the Iranian Navy, involved in the Velayat-90 military drills, discovered an American aircraft carrier nearby.

The situation around the maneuvers escalated when Iranian authorities said they might close the Strait of Hormuz which accounts for one-third of the world’s tanker-borne oil and 17 percent of all oil traded worldwide. The United States however rejected the threat, saying that its navy would carry on mission in the strait.

Western powers and Israel suspect Iran of seeking to build nuclear weapons. Iran denies this, saying its program is civilian in nature.

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