3. Mamãe e a herança maranhense (31/10/2014)

Deus não pode estar em todos os lugares e por isso fez as mães.
Ditado Judaico

Hoje, faltando 38 dias para minha celebração natalícia, contarei um pouco da história da mulher que me botou no mundo: Dona Conceição. Aqueles que conhecem mamãe logo identificam que herdei dela o bom humor, a maneira tranquila de encarar os problemas e, no campo profissional, a paixão pela docência. Sim! Mamãe sempre foi meu exemplo de professor.

Dona Conceição nasceu na cidade de Caxias do Maranhão, lugar que deu o título ao Duque, e terra do grande poeta Gonçalves Dias (o da terra com palmeiras onde canta o sabiá)! É a sétima de uma família de oito filhos (seis homens e duas mulheres), tendo durante muito tempo mantido a hegemonia de caçula até a chegada de meu tio Orlando. Vovô, funcionário dos correios, e vovó, dona de casa, conheci pouco, mas deles guardo ótimas lembranças (falarei de meus avós em publicação futura).

A família de mamãe era humilde, mas dos oito filhos saíram um padre, um médico e um juiz, além de um diretor dos correios em Caxias, uma funcionária daquela instituição, um diretor do banco do Brasil, e um professor. E minha mãezinha foi normalista e seguiu carreira como professora e diretora de escola em sua cidade natal, e depois professora da antiga Fundação Educacional em Brasília. Também dava duro em sala de aula de manhã e à tarde e ia à noite para faculdade. Essa é uma lembrança muito viva: papai e mamãe indo juntos para a faculdade, pegando ônibus de Sobradinho para estudar no Plano Piloto e voltando tarde, meia-noite (quando os filhos já dormiam, o que fazia com que visse meus pais às vezes só mesmo no fim-de-semana). Acho que a perseverança e a obstinação ficaram gravados na memória e no coração daquele garotinho e forjariam o homem que sou hoje…

Outra lembrança de mamãe é sempre o sorriso. De um rosto todo o tempo alegre a gargalhadas gostosas, Dona Conceição costuma encarar as adversidades com bom humor. E, a meu ver, mostrou-se guerreira ao deixar a casa de meus avós no interior do Maranhão para vir construir a vida com o marido aqui na Brasília do início dos anos setenta! Certamente foi difícil, mas ela também venceu.

Na condição de professor, acabo replicando a maneira de mamãe de lecionar. Fui seu aluno no ginásio e com ela percebi o quanto pode ser divertida e gratificante a sala de aula. Sim, porque não se leciona pelo salário (infelizmente, este país ainda não reconhece a mais importante das profissões, junto com a de agricultor e de empregada doméstica – e não estou brincando). A docência, ao menos como aprendi com mamãe, relaciona-se a um desejo intenso de aprender (porque são nossos alunos que mais nos ensinam) e de contribuir para a formação de outras pessoas! E essa alegria de ver um conhecimento transmitido bem assimilado não tem preço!

Ah! Também herdei de Dona Conceição a paixão por viajar e rodar o mundo. Gosto demais de viajar… mas minha mãe tem o bicho carpinteiro! Está sempre juntando suas economias para passear pelo Brasil e, de uns tempos para cá, pelo globo! Gosta de viagens com o pessoal da Igreja e vai para lugares de peregrinação católica (de Aparecida de Goiás ao Santuário de Lourdes, na França!). Divertido ouvir as aventuras de mamãe em seus giros pelo planeta!

Os rosacruzes sabem que nada acontece por acaso. Apenas a título de curiosidade, nasci no dia de Nossa Senhora da Conceição, sendo filho de uma Conceição de Maria! Detalhe: fui batizado e fiz minha primeira comunhão na Igreja Matriz de Caxias, a Igreja de Nossa Senhora da “Conceição”, onde meus pais se casaram! Talvez daí venha minha devoção a Nossa Senhora. Haja Conceição de Maria em minha vida!

A propósito, como ainda não tive tempo de encontrar fotos da infância, publico hoje algumas de Caxias, cidade de onde trago boas recordações das férias da infância. Além da Igreja Matriz (datada de 1735), onde fui batizado e fiz minha primeira comunhão, há imagens do Morro do Alecrim, lugar da Balaiada, e do busto do Duque, na praça onde restam canhões e ruínas do conflito. Minha infância não seria a mesma sem Caxias, que também mora no meu coração!

Caxias

Operação Outubro Vermelho: Festa da Luz

Indubitavelmente, um dos momentos mais marcantes de nossa viagem à Rússia ocorreu às vésperas de deixarmos São Petersburgo. Fiquei sabendo que à noite haveria, no centro da cidade, defronte o Hermitage (e usando a fachada do Palácio), o que se chamou de “Festa da Luz”, um grande evento criado na Era Putin para celebrar “a unidade nacional do povo russo” – claro que se trata da substituição, na antiga capital imperial, das comemorações do nefasto golpe de outubro de 1917.

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O povo precisa cultuar seu passado, lembrar de seus heróis. E, cem anos decorridos da tragédia do levante bolchevique de 1917, natural que o espírito russo quisesse celebrar alguma coisa! Assim, já que festa deveria haver, testemunhamos um belíssimo espetáculo de som e imagens, luzes na praça central de Petrogrado, e a história daquele país sendo recontada!

O espetáculo, que durava uns vinte minutos, contava a história de amor de Nicolau e Alexandra, falava dos últimos dias do Império, da Grande Guerra e da crise interna e, finalmente, dos nefastos bolcheviques e de sua tomada do poder, com consequente período de ódio, rancor, violência e miséria que se abateu sobre a Rússia. Claro que concluí trazendo esperança, e assinalando que, cem anos após os acontecimentos de 1917, uma nova Rússia erguia-se, forte, próspera e unida! Não há como não se emocionar.

E ali estávamos nós, Gustavo, Adriana e eu, presenciando um espetáculo incrível, em meio a milhares de pessoas que se aglomeravam a celebrar, mas sem qualquer violência ou episódios que nos preocupassem. Sim, os russos lá estavam para festejar, e assim o fizeram! E que povo animado! Em Moscou, veríamos um pouco mais sobre essa gente alegre e confiante, que nada tem de fria!

E assim chegávamos a nossa última noite daquele passeio pela belíssima São Petersburgo/Petrogrado/Leningrado/São Petersburgo, que ficará para sempre em nossos corações!

Segue um vídeo que fiz da Festa da Luz!

2. Meu pai: um exemplo (30/10/2014)

Viva de forma que, quando os seus filhos pensarem em justiça, carinho, e integridade, pensem em você.
Harriett Jackson Brown Jr.

 

Faltam 39 dias para meu aniversário… e sigo com mais uma publicação na contagem regressiva.

Claro que não colocarei uma foto minha aqui a cada dia, tanto porque não sou tão narcisista assim, quanto porque não tenho imagens de todos os anos de minha existência (afinal, naqueles tempos, o daguerreótipo era apenas uma novidade, e as pessoas não tiravam fotos como hoje, quando até o prato de arroz com feijão e ovo no restaurante por quilo vira estrela no Facebook).

Hoje falarei um pouco de Seu Jacob, aquele que me deu este nome estranho… Papai, nascido no Ceará durante a grande seca de 1932, é um sujeito admirável. Contarei um pouco de sua história por aqui. Com 19 anos, pobre e analfabeto, foi de ita do Ceará para o Rio de Janeiro, para fazer a vida. Na capital do Brasil daquele início de anos 1950, meu pai deu muito duro: fez quase tudo que de lícito pode ser feito, trabalhando para se sustentar, algumas vezes passando fome, e sobrevivendo outras tantas com um café pago por amigos… Morava no morro, conhecia gente boa e gente ruim, e, como a maior parte das pessoas que vivem no morro, trabalhava de sol a sol e nunca se envolveu com a criminalidade.

Obstinado que era, meu pai exerceu as mais diferentes profissões (faxineiro, porteiro, funcionário de loja de departamentos, e outras que um retirante encontra no Sul Maravilha). Começou também a estudar, a aprender as primeiras letras e a galgar cada degrau da escada da vida, com muito esforço e dedicação. E o migrante analfabeto concluiria o primário (sempre trabalhando de dia e estudando à noite), o ginasial, o profissionalizante como auxiliar de enfermagem, até chegar à faculdade, já aqui em Brasília. Para orgulho deste que escreve, meu pai foi o primeiro de sua família a concluir um curso superior, de fato dois, Administração e Direito.

Em 1969, ao passar em um concurso público para o quadro geral do Poder Executivo, veio para Brasília. Aqui continuou sua história e seu sonho, ganhando pouco, mas gastando com responsabilidade, juntando dinheiro para comprar sua casinha e conseguir uma vida melhor. Foi quando, em 1971 ou 1972, conheceu minha mãe, que vinha a passeio pela capital do Brasil! A história dos dois contarei mais adiante. Depois de algum tempo de namoro, casaram-se e, cerca de dezoito meses depois, chegava eu ao mundo naquele dia de domingo!

Meu pai foi, é, e será, sempre, um grande exemplo para mim. Palavras que definem papai são: esforço, obstinação, perseverança, coragem, trabalho, estudo, honestidade. Sua história é linda e gostaria de compartilhar um pouco dela com meus amigos nestes dias que antecedem meu aniversário de 40 anos.

Em tempo: quem escolheu meu nome foi meu pai (mamãe estava de resguardo em casa, não teve culpa). Em um próximo capítulo da Saga Joanisvaliana, narrarei de onde veio essa ideia.

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Resposta do Senhor Presidente da República às acusações que lhe foram feitas pela TV Globo

Não tenho feito qualquer registro sobre política interna aqui em Frumentarius. Porém, no Jornal Nacional dessa terça, 29/10, houve uma matéria que levantava suspeita do envolvimento do Presidente da República no assassinato de uma vereadora do Rio de Janeiro.

Ora, natural que o Supremo Mandatário, ao saber das acusações feitas  pelo meio de comunicação, respondesse de pronto. Assim o fez. E aqui simplesmente reproduzimos a resposta do Presidente.

Vergonhoso como certos setores da imprensa têm feito de tudo para desacreditar este governo, ofender autoridades públicas, criar celeuma, e atrapalhar a recuperação do Brasil. Irritante como, deliberadamente, jornalistas que se dizem “respeitáveis” atuam sem qualquer isenção, movidos pelos interesses mais vis, para produzir um discurso contrário aos interesses nacionais. Sou cidadão que ama esta terra, quero o melhor para o Brasil, minha bandeira jamais será vermelha, e sempre me levantarei contra esses abutres subservientes a ideologias que só trazem desgraça e retrocesso.

Segue a resposta do Senhor Presidente. 

1. Faltam 40 dias… (29/10/2014)

A personalidade humana tem seu curso de existência, eterno e contínuo. Cada personalidade surgiu “no começo de toda a Criação”, mas sempre existiu e existirá por toda a eternidade.
Harvey Spencer Lewis

Muito bem! Em 40 dias, farei 40 anos! E, para celebrar esta data tão simbólica, buscarei publicar aqui, até 08/12, na medida do possível diariamente, algum comentário, foto ou curiosidade sobre estas minhas primeiras quatro décadas da vida.

Para começar, registro que nasci na capital do Brasil em um domingo, às 12:43, quando o Sol se encontrava no meio do firmamento. Para os místicos, seria uma data solar.

Conta-se que minha mãe ria muito durante o parto, ficando conhecida na Clínica Dom Bosco aqui em Brasília como “a grávida que teve o filho rindo”. Acho que isso foi um bom augúrio… Afinal, comecei ganhando o sorriso daquela mulher maravilhosa que me trazia ao mundo, e que seria a primeira grande mulher da minha vida… fazer as pessoas sorrir é algo importante para mim até hoje.

O que posso dizer sobre o início da jornada é que nasci saudável. Não lembro com quantos quilos tampouco centímetros – perguntarei a mamãe no fim-de-semana. De toda maneira, era o primogênito de meus pais, que haviam se casado em julho do ano anterior. E, portanto, melhor que falar de mim, alguns comentários sobre papai e mamãe, que são a origem e de quem carrego o DNA (em uma composição cearense e maranhense que, de acordo com a margem de erro do IBOPE, me colocaria como piauiense típico)…

Amanhã continuo o relato sobre o início desta presente encarnação…

Em tempo: uma das minhas primeiras fotos… bem típica dos anos 1970!

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Valorize o Livreiro!!!

Este quem me enviou foi a querida amiga Beatriz Simas. Trata-se de um artigo sobre a reforma na Barnes & Noble, uma das grandes redes de livrarias dos Estados Unidos, promovidas por seu novo CEO, James Daunt. 

A B&N, como é mais conhecida, entrou em crise, seguindo a tendência de muitas livrarias pelo mundo, que sucumbiram diante do comércio eletrônico e das mudanças no “mercado consumidor” de livros. Vide, por exemplo, o que tem acontecido com grandes corporações aqui no Brasil, como a Saraiva e a Cultura – comento sobre isso no artigo “Livro, um péssimo negócio!, publicado aqui em Frumentarius.

Sem querer me antecipar ao que você lerá na matéria, destaco que o cerne da questão é valorizar o livreiro, aquele sujeito que conhece (e ama) o que faz! Vou sempre repetir que livro não é um negócio como uma rede de fast food, uma indústria de calçados, ou serviços bancários, e que envolve muito mais que comercializar papel com coisas impressas! Enquanto as modernas livrarias e seus “managers” não entenderem isso, continuarão perdendo mercado e acabarão por desaparecer.

Livro é gente. É gente que cria e escreve, gente que edita, gente que tem prazer em momentos consigo mesma, e não gente que compra aquele troço para exibir para os outros ou porque tem a necessidade de adquirir papel impresso e encadernado. Livro é mais que papel, é emoçar, é prazer, é realização! Se os CEO, directors e managers não entenderem isso, que conversem com os livreiros (estes sabem do seu negócio!)!

Segue o artigo que Beatriz me enviou (aproveite!) – se desejar acessar o site é só clicar no título:

Livreiros serão a chave para a mudança na Barnes & Noble, aposta James Daunt

Novo CEO da maior rede de livrarias dos EUA disse que as mudanças necessárias passarão por um novo desenho das lojas, pela curadoria dos seus catálogos e mais investimentos, afinal, ‘lojas precisam de amor e de dólares’

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Começa amanhã!

Na tarde desta terça, 29/10/2019, precisamente às 12:43, você começará a conhecer um pouco mais a meu respeito! Por ocasião do meu aniversário de 45 anos, os 16 (dezesseis) leitores de Frumentarius terão acesso, aqui no site, aos 40 capítulos das Crônicas dos meus 40 anos, que escrevi quando estava para completar quatro décadas de vida! 

E que ofereço a meus leitores? Histórias simples, mas que retratam um pouco de minha personalidade, anseios, temores, gostos, expectativas… Palavras reunidas  com carinho para expressar sentimentos sobre pessoas e situações. Enfim, as Crônicas dos Meus 40 anos são um antigo projeto, revisado e trazido a esta nova etapa de minha vida. Espero, sinceramente, que apreciem!

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Crônicas dos Meus 40 Anos

Queridos 16 (dezesseis) leitores,

Quero compartilhar com vocês um projeto para os próximos quarenta dias: as Crônicas dos meus 40 anos. Em 2014, quando estava às vésperas de completar minhas quatro décadas de existência nesta encarnação, resolvi publicar diariamente, então pelo Facebook, pequenas crônicas sobre esses 40 anos, com reflexões a respeito de fatos e pessoas que haviam marcado minha vida. A ideia era uma crônica a cada um dos quarenta dias que antecedessem meu aniversário. E fiz isso!

As Crônicas tomaram proporções inesperadas! Pessoas começaram a ler, acompanhar, comentar e esperar o texto do dia seguinte. Ali, apresentava um pouco de mim, experiências pessoais, que alguns leitores consideraram interessantes e divertidas… Bom, tratei um pouco de como esse garoto, nascido em uma família de classe média-baixa, no Brasil de meados da década de 1970, foi descobrindo o mundo e se apaixonando pela vida… Pessoas e instituições marcantes tiveram seu dia de crônica, assim como situações sobre as quais nunca havia tratado nem no seio familiar… Enfim, era um pouco sobre a história de uma vida, a minha vida!

Às vésperas dos meus 45 anos, resolvi trazer de volta essas memórias dos 40! E, a partir de 29/10/2019, diária e precisamente às 12:43, será publicada aqui em Frumentarius uma crônica. E isso se seguirá até o 8 de dezembro, quando mais um ciclo será iniciado em minha existência… Espero que gostem! Aguardo os comentários!

(Por que às 12:43? No dia 29/10/2019 você descobrirá!)

Eu

Atualizações e Novidades

Olá, meus 16 (dezesseis) leitores! Sim, aqui já se foram duas semanas sem publicar nada! Desculpem por isso! A correria diária tem-me impedido de fazê-lo, até porque só escrevo à noite ou nos finais-de-semana… E digamos que o PC tem sido monopolizado por minha filha, com as obrigações da escola… Então, é o que temos!

Mas houve muito sobre o que escrever nos últimos dias: protestos no Chile e no Equador, crise na Bolívia, eleições na Argentina e no Uruguai, nossa parceria com o Império do Meio, a catástrofe ambiental que se abateu sobre nossas águas e o silêncio da mídia, de outras nações que se dizem defensoras de causas ambientais, e das ONGs (algumas até suspeitas de terem provocado a tragédia)… Tudo isso intercalado com a continuação das narrativas sobre nossas viagens pelo mundo (todas as quintas) e recomendações relacionadas a livros e à boa leitura (nas terças)!

E, agora,  a novidade: a partir de terça, dia 29/10, começarei a publicar aqui, diariamente, as Crônicas dos meus 40 anos, uma série de textos que escrevi nos quarenta dias que antecederam minha chegada à quarta década nesta existência! Foi um projeto que fiz há cinco anos, e agora trago de volta a meus leitores (cujo número aumentou um pouco…)! Logo trarei maiores detalhes dessa empreitada! 

E vamos avante!

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Explosões Nucleares

Como a semana começou com minhas preocupações infantis com o fim do mundo por meio de uma hecatombe nuclear, resolvi publicar aqui a referência a um site muito interessante, que simula explosões nucleares em qualquer parte do globo! (Isso mesmo que você leu!)

O site funciona assim: você digita o nome do local que queira mandar pelos ares e define a potência do explosivo – há opções pré-configuradas, como as de Fat Man e Little Boy, as duas bombas lançadas sobre o Japão na Segunda Guerra Mundial, e também da Tsar, a mais poderosa bomba nuclear já criada.

Perimetro de explosao nuclear simulada

Além das configurações básicas para a detonação, é possível simular a expansão radioativa baseada na direção do vento, número de fatalidades e muito mais. E quando estiver conforme você escolheu, basta clicar no botão vermelho e ver os impactos de uma explosão atômica. Eu testei com algumas cidades brasileiras…

Para acessar o site, clique aqui. Mas não se empolgue, por favor!

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