Oh, poor Queen Elizabeth…

Notícia decisiva para o futuro da humanidade: em seu discurso de posse como nova Primeira-Ministra da Jamaica, Portia Simpson Miller defendeu que seu país se torne uma República… Elizabeth II deixaria de ser a Chefe de Estado jamaicana (claro que Sua Majestade deve estar perdendo o sono com isso, coitadinha!)… Certamente, alguém deve estar doido(a) para virar Presidente do país caribenho… Perdem a Jamaica e seu povo…

Como costumo dizer para meus amigos da Comunidade Britânica das Nações, não pensem em se tornar república… Não achem que uma república é mais democrática ou representativa que uma monarquia constitucional… Cuidado para não cair no canto de sereias que só querem ganhos pessoais com um modelo republicano… Não entreguem a chefia do Estado a pessoas que ão foram desde cedo preparadas para esse cargo de união nacional…Enfim, permaneçam fiéis à tradição monárquica e enjoy your Queen

BBC News – 6 January 2012

Jamaica to break links with Queen, says Prime Minister Simpson Miller

Jamaica’s new Prime Minister, Portia Simpson Miller, has said she intends to make the island a republic, removing Queen Elizabeth as the head of state. Continuar lendo

The British Commonwealth – Yes, enjoy your Queen!

Aproveitando que em 2012 Sua Majestade Elizabeth II irá comemorar 60 anos como monarca, seguem algumas informações sobre a rainha e seus domínios.

Elizabeth II é a soberana do Reino Unido e de mais 15 países dos 54 que compõem a Comunidade Britânica das Nações (the British Commonwealth): Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Bahamas, Jamaica, Antigua e Barbuda, Belize, Papua Nova Guiné, St Christopher and Nevis, St Vincent and the Grenadines, Tuvalu, Barbados, Granada, Ilhas Salomão, e St Lucia (resolvi deixar alguns nomes em inglês mesmo…).

A Comunidade Britânica é uma instituição tremendamente interessante! 54 países unidos pelos laços tradicionais do antigo Império onde o sol nunca se punha! Em tempo: acho curioso Moçambique pertencer à Commonwealth…

Segue um texto sobre os membros da Comunidade Britânica (já que acabaram os antigos almanaques, estamos contribuindo para manter viva essa cultura!). Para o site da Monarquia Britânica, clique aqui.

Commonwealth members

The Queen and the Commonwealth

There are 54 member countries of the Commonwealth. These are listed below, with the years in which they joined the Commonwealth. Continuar lendo

A questão dinástica no Brasil

Aproveitando a celebração do aniversário de nascimento (2/12/1825) e morte (5/12/1891) de S.M.I. D. Pedro II, segue texto interessante sobre a questão dinástica no Brasil.

Sempre me perguntam o que penso da questão dinástica. Não tenho dúvida de que ela está resolvida. Apesar de minha estima também pelo ramo de Petrópolis, o trono imperial do Brasil é de fato e de direito do ramo de Vassouras. Dom Pedro de Alcântara renunciou, em 1908, ao trono, em seu nome e de seus descendentes, de forma irretratável e irrevogável.

De toda maneira, também lembro que quem ocupará o trono do Brasil no caso de uma restauração é preocupação secundária (desde que, claro, conforme prevê a Constituição de 1824, seja da Casa de Bragança). O que importa é termos restaurado o Império do Brasil, como monarquia constitucional e conduzido por homens íntegros em um sistema em que todo poder emane do povo e da tradição.

Viva o Império do Brasil! Pela restauração!

A Questão Dinástica (Se é que ela existe !)

A questão dinástica (que alguns supõem que existe na Casa imperial do Brasil) remonta o ano de 1908, quando o então Príncipe Dom Pedro de Alcantara, herdeiro dinástico da Princesa Isabel renunciou os seus direitos dinásticos ao Trono do Brasil, por si e seus descendentes.

Com a renúncia, a sucessão pasaria para seu irmão o Príncipe Dom Luis de Orleans e Bragança (Principe Perfeito), e dai por diante, para seu filho Dom Pedro Henrique, e seu primogênito, Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança – Atual chefe da Casa Imperial.Quanto à renúncia, se deve ao fato do Príncipe Dom Pedro de Alcantara casar-se coma Condessa Maria Elizabeth Dobrzensky von Dobrzenicz,uma família antiga e aristocrata da Bohêmia, porém sem laços com qualquer dinastia da Europa. Continuar lendo

120 anos do falecimento de SMI Dom Pedro II

Como bem lembrado pelo meu caro amigo Jefferson Dalmoro, neste 5 de dezembro lembramos dos 120 anos da morte de Sua Majestade Imperial Dom Pedro II, o maior estadista que este País já teve. Homem singular em seu tempo, o segundo Imperador do Brasil permanece vivo no imaginário brasileiro, assim como o grandioso período em que o Brasil foi uma monarquia constitucional. Isso, apesar do “processo de esquecimento” por que passa nossa população…

Pedro II foi um grande brasileiro, um homem de grande inteligência e sabedoria, com um espírito público incomparável e um senso de humanidade que faziam dele um dos maiores estadistas de seu tempo, respeitado no Novo e no Velho Mundo.

Não vi qualquer referência na nossa mídia sobre o aniversário de falecimento ou nascimento de SMI. Entristece ver como os verdadeiros heróis nacionais são substituídos na admiração do povo por jogadores de futebol, funkeiros e até bandidos! País sem memória é país sem futuro, continuo acreditando nisso…

Segue a biografia de Pedro II, retirada do site da Casa Imperial do Brasil.

Viva Dom Pedro II! Viva o Império do Brasil! Pela restauração!

S.M.I. Dom Pedro II

No dia 2 de dezembro do ano de 1825 no Palácio da Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro nasceu o segundo Imperador do Brasil. Sétimo filho e terceiro varão de D. Pedro I e da Imperatriz D. Maria Leopoldina, que morreu quando D. Pedro II tinha apenas um ano de idade. Herdou o direito ao trono com a morte de seus irmãos mais velhos Miguel e João Carlos. Continuar lendo

Entrevista com o Chefe da Casa Imperial do Brasil

Excelente entrevista! Recomendo em particular àqueles que são críticos à opção monárquica. Espero, sinceramente, ver um dia restabelecido o Império do Brasil, pelo bem da nação. Pela restauração! Sem maiores comentários.

Folha.com 

04/03/200811h13

Príncipe imperial vive “sem luxo nem esplendor” em casa alugada em SP

REGIANE SOARES
da Folha Online

Há 200 anos a família real portuguesa chegou ao Brasil sem saber o que ia encontrar na colônia e muito menos qual seria o futuro da dinastia Bragança. Hoje, a monarquia cedeu espaço para a república e o herdeiro dinástico da família imperial vive à sombra do regime presidencialista na expectativa de um dia governar o país. Em entrevista à Folha Online, dom Luiz de Orleans e Bragança, 69, contou como é viver em São Paulo sem as regalias usufruídas por dom João 6º e Carlota Joaquina no século 19. Veja vídeo.

Folha Online
Dom Luiz disse que a República trouxe perecimento da moralidade política
Dom Luiz disse que a República trouxe perecimento da moralidade política

Chefe da Casa Imperial Brasileira e herdeiro dinástico, dom Luiz diz que vive “sem luxo nem esplendor”. Ele nasceu na França, estudou química mas nunca exerceu a profissão. Mora com um de seus irmãos, dom Bertrand de Orleans e Bragança, em uma casa alugada em Higienópolis, bairro nobre da capital paulista. Apesar de bem localizado e grande, o imóvel é um sobrado simples e que requer reparos na pintura e no jardim. A decoração da casa também é simples e não tem nenhum móvel da época da monarquia. Apenas as fotografias ou pinturas de seus pais, avós e bisavós, em especial da princesa Isabel, indicam que naquele lugar vive um nobre. Continuar lendo

Por Graça de Deus e Unânime Aclamação dos Povos, Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil

Como hoje é aniversário dele, reproduzo o texto de Isabel Lustosa, citada no post anterior, sobre o perfil de nosso primeiro monarca, Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon, Pedro I do Brasil, Pedro IV de Portugal:

“[…] d. Pedro I foi um governante muito à frente da elite brasileira do seu tempo. Ele afrontou os valores da escravidão, combatendo com vigor o hábito de alguns funcionários públicos de mandar escravos para trabalhar em seu lugar; concedendo lotes aos escravos que libertou na Fazenda de Santa Cruz; no Rio de Janeiro e na Bahia, onde os ricos circulavam em liteiras e qualquer pessoa que pudesse ter dois escravos tinha condições de se fazer transportar pelas ruas numa rede amarrada num pau que os escravos sustentavam nos ombros, lembra Macaulay, d. Pedro andava a cavalo ou circulava numa carruagem puxada por cavalos ou mulas e dirigida por ele mesmo; e, como foi visto, não permitiu que seus súditos lhe prestassem a homenagem tradicional de carregar sua carruagem nas costas por ocasião do Fico.” Continuar lendo

Dom Pedro I e a escravidão

Aproveitando as comemorações do 12 de outubro (aclamação de D. Pedro I como imperador e defensor perpétuo do Brasil), achei por bem lembrar que a família imperial brasileira sempre foi crítica da escravidão. Diga-se de passagem, a abolição, alcançada pela Lei Áurea, de 13 de maio 1888, é, sem sombra de dúvida, percebida como o “tiro de misericórdia” no regime monárquico brasileiro. A historiografia atual assinala que a Princesa Isabel tinha plena consciência de que estava a sacrificar o futuro seu e de sua família, e o do Império do Brasil, ao por a termo a nefasta mácula da escravidão. E mesmo assim o fez, e sua aclamação como “a Redentora” não é por acaso.

O espírito de serviço e o amor à nação foram características inatas dos soberanos brasileiros ao longo de todo o Império. Lástima o golpe da República e triste a condição dos chefes de Estado que se seguiram ao colapso do Império e que nem de longe alcançavam a nobreza do monarca e de sua herdeira que haviam sido exilados…

Mas repito, o espírito cívico e o apreço pelas boas causas sempre estiveram presentes do DNA da família imperial brasileira. Mesmo D. Pedro I, muito criticado por alguns devido a seus arroubos, demonstra grande sensibilidade em questões tão relevantes como a escravidão. De fato, foi ele um dos primeiros críticos do modelo, quando o restante do mundo, inclusive nações democráticas como os EUA, viam a escravidão com naturalidade.

Dom Pedro I não acreditava em diferenças raciais e muito menos em uma presumível inferioridade do negro, percepção comum à época e que perduraria por muitos anos do século XX, chegando mesmo, infelizmente, ao século XXI em algumas regiões do planeta. Sua Majestade deixou claro, desde muito cedo, o que pensava sobre a idéia de desigualdade em razão da “raça”: “Eu sei que o meu sangue é da mesma cor que o dos negros“. Completamente contrário à escravidã0, o Imperador pretendia mesmo debater com os deputados da Assembleia Constituinte uma forma de extingui-la.

Note-se que a posse de escravos no período não se restringia a aristocratas ou famílias ricas. Era comum que brasileiros humildes também tivessem escravos. Ademais, ainda que constituindo a grande maioria, não eram apenas os negros os escravos no Brasil: havia mestiços e até brancos. E não era incomum que negros e mesmo escravos libertos também tivessem seus próprios escravos.

Dom Pedro I é dos que primeiro escrevem contra o instituto da escravidão. A condição de escravo, em sua opinião, era algo nefasto e prejudicial a qualquer sociedade: Continuar lendo

Viva o 12 de outubro! Viva Dom Pedro I!

 

Aclamação de D. Pedro I (12/10/1822), por Debret. Esta foi, durante muito tempo, a imagem da independência do Brasil

Aclamação de D. Pedro I (12/10/1822), por Debret. Esta foi, durante muito tempo, a imagem da independência do Brasil

12 de outubro: taí uma data que deve ser lembrada por todos os brasileiros! Afinal, foi no dia 12 de outubro de 1822 que Dom Pedro I  foi proclamado Imperador e aclamado defensor perpétuo do Brasil! Sim, 12 de outubro (coincide com o aniversário de Sua Majestade) é o dia da aclamação de Dom Pedro I.

Durante muitos anos, foi essa a data importante relacionada à independência do Brasil… A data era tão significativa e tão presente no imaginário coletivo que foi preciso manter o feriado como o “dia da padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida” e, para influenciar as novas gerações desde cedo, dia da criança.

 

Dom Pedro I, o monarca da quatro coroas - Defensor Perpétuo do Brasil!

Fica aqui minha homenagem a Sua Majestade Imperial, Dom Pedro I do Brasil, Dom Pedro IV de Portugal, um português de coração brasileiro e que tantas mudanças provocou em dois continentes nos seus curtos 35 anos de vida!

Viva o 12 de outubro! Viva Dom Pedro I! Viva o Império do Brasil!

Carta de D. Pedro I a seu filho…

Ainda por ocasião dos festejos do dia da Pátria, transcrevo a carta escrita por Dom Pedro I, quando de sua partida para a Europa após a abdicação, a seu amado filho, o futuro Imperador do Brasil (grifei uns trechos).

Apesar de breve, a missiva revela não só o amor do pai para com o filho  (que logo se tornaria órfão, para ser criado pela nação), mas também a preocupação de Sua Majestade com o país que deixava a seu herdeiro e com as responsabilidades do futuro monarca…

Vale a pena ler e refletir… É de uma época em que os homens de Estado tinham consciência de suas responsabilidades à frente de uma grande nação, e um espírito público raro de ser encontrado entre os governantes do período republicano…

Em tempo: lembro que Dom Pedro II tinha cinco anos quando seu pai teve que deixar o Brasil…

 

Carta de Despedida de d. Pedro I para seu filho d. Pedro II

“Meu querido filho, e meu imperador. Muito lhe agradeço a carta que me escreveu, eu mal a pude ler porque as lágrimas eram tantas que me impediam a ver; agora que me acho, apesar de tudo, um pouco mais descansado, faço esta para lhe agradecer a sua, e para certificar-lhe que enquanto vida tiver as saudades jamais se extinguirão em meu dilacerado coração. Deixar filhos, pátria e amigos, não pode haver maior sacrifício; mas levar a honra ilibada, não pode haver maior glória. Lembre-se sempre de seu pai, ame a sua e a minha pátria, siga os conselhos que lhe derem aqueles que cuidarem na sua educação, e conte que o mundo o há de admirar, e que me hei de encher de ufania por ter um filho digno da pátria. Eu me retiro para a Europa: assim é necessário para que o Brasil sossegue, o que Deus permita, e possa para o futuro chegar àquele grau de prosperidade de que é capaz. Adeus, meu amado filho, receba a benção de seu pai que se retira saudoso e sem mais esperanças de o ver.”

D. Pedro de Alcântara

Bordo da Nau Warspite, 12 de abril de 1831

 

 

O ROMPIMENTO COM PORTUGAL

Para os apreciadores de documentos históricos, segue a transcrição da carta enviada por dom Pedro I a seu pai e rei de Portugal, dom João VI, esclarecendo o episódio ocorrido no dia 7 de setembro. A metrópole negava-se a reconhecer a independência do Brasil. A nova nação, porém, não aceitaria mais voltar à condição de colônia.

Rio, 22 de setembro de 1822. 

Meu Pai e Senhor.

Jazemos por muito tempo nas trevas; hoje vemos a luz. Se Vossa Majestade cá estivesse seria respeitado, e então veria que o povo brasileiro, sabendo prezar sua liberdade e independência, se empenha em respeitar a autoridade real, pois não é um bando de vis carbonários e assassinos, como os que têm Vossa Majestade no mais ignominioso cativeiro.

Triunfa e triunfará a independência brasílica, ou a morte nos há de custar. Continuar lendo

Bandeira Imperial do Brasil

Aproveitando as comemorações da Semana da Pátria, seguem algumas informações sobre a Bandeira do Brasil (do Império, claro!), que considero um dos mais belos entre os pavilhões nacionais!

Em tempo: estava ainda hoje explicando a uma casal estrangeiro amigo sobre as cores da nossa bandeira, cujo verde e amarelo remontam ao pavilhão do Império. É sempre bom lembrar que o verde e o amarelo nada têm a ver com “nossas matas e nosso ouro”, explicação republicana para tentar subverter o significado heráldico do losango amarelo no retângulo verde…

BANDEIRA IMPERIAL DO BRASIL (1822-1889)

Recusando-se obedecer as ordens das Cortes Portuguesas, D. Pedro, a 7 de setembro de 1822, num sábado de céu azulado, às margens do riacho Ipiranga (Rio Vermelho – do tupi), em São Paulo, proclamou a emancipação política do Brasil, depois de proferir o brado de Independêcia ou Morte e de ordenar Laços Fora!, arrancando do chapéu o tope português, exclamou : “Doravante teremos todos outro laço de fita, verde e amarelo. Serão as cores nacionais “. O amarelo representa a Casa de Habsburgo (Dona Leopoldina) e o verde representa a Casa de Bragança (Dom Pedro I). Continuar lendo

Guerras de Independência

Diferentemente do que se costuma acreditar por aí, tivemos conflitos e derramamento  de sangue por ocasião da independência do Brasil. Segue um artigo singelo, porém interessante, sobre o tema.

Graças a Dom Pedro I e ao esforço de muitos brasileiros e estrangeiros é que conseguimos garantir a integridade territorial e a unidade nacional, evitando que as colônias portuguesas se esfacelassem em diversas repúblicas instáveis como ocorreu com as possessões espanholas.

Infelizmente, há aqueles que insistem em dizer que tudo por aqui foi fácil e que não tivemos heróis, ridicularizando nossa História…

As guerras de independência foram cruciais para o fim do domínio português.

As guerras de independência foram cruciais para o fim do domínio português.

Guerras de Independência

(Extraído de http://www.brasilescola.com/historiab/guerras-independencia.htm)

Ao contrário do que representa as imagens que fazem alusão à independência do Brasil, o reconhecimento político do governo de Dom Pedro I não foi obtido por vias pacíficas. Ainda fiéis às autoridades de Lisboa, alguns governadores da província fizeram oposição ao processo de independência do Brasil. Ao saber dos movimentos contrários ao seu governo, Dom Pedro I ordenou a aquisição de navios e a contratação de militares. A partir daí, diversas tropas foram organizadas com o objetivo de consolidar os territórios e a supremacia política do novo país.  Continuar lendo

Hino da Independência

Pintura em que D. Pedro I realiza a execução da peça musical dedicada ao Hino da Independência.

Pintura em que D. Pedro I realiza a execução da peça musical dedicada ao Hino da Independência.

Uma das mais belas peças dentre as melodias cívicas, o Hino da Independência deveria ser executado com mais freqüência no País, trazendo orgulho a todos os brasileiros. Afinal, quantos países têm o privilégio de ter um hino tão rico e belo composto pelo goverante?!? Para ouvi-lo, clique aqui

O 7 de setembro é data importante para lembrar que ainda temos muito que lutar pela nossa independência como nação sobera, libertando-nos dos grilhões pérfidos da corrupção, da desigualdade e do retrocesso!

Ah, como carecemos de brasileiros comprometidos com um bem maior, com o desenvolvimento do País e com a probidade no trato da coisa pública! Quantos estão dispostos a morrer pelo Brasil?

HINO DA INDEPENDÊNCIA

(Extraído de http://www.brasilescola.com/historiab/hinodaindependencia.htm)

Se a arte imita a vida, podemos notar que a história do Hino da Independência foi tão marcada de improviso como a ocasião em que o príncipe regente oficializou o fim dos vínculos que ligavam Brasil a Portugal. No começo do século XIX, o artista, político e livreiro Evaristo da Veiga escreveu os versos de um poema que intitulou como “Hino Constitucional Brasiliense”. Em pouco tempo, os versos ganharam destaque na corte e foram musicados pelo maestro Marcos Antônio da Fonseca Portugal (1760-1830). Continuar lendo

Salve o 7 de setembro!

Há 189 anos foi proclamada a independência do Brasil!

Viva Dom Pedro I!

Viva o Império do Brasil!

A Casa de Habsburgo

Por ocasião do falecimento de Otto von Habsburgo, seguem algumas informações sobre a mais importante Casa européia. Interessante observar a habilidade política daquela família ao longo dos séculos, fazendo com que seus descendentes ocupassem o trono de praticamente todas as grandes nações da Europa.

Lembro, ainda, que nosso grande monarca, D. Pedro II, era um Habsburgo!

Há famílias que se especializam de tal maneira, que a tradição é passada de pai para filho. Quantos médicos, advogados, militares e outros profissionais encontramos diariamente, cuja expertise é passada aos filhos fazendo perpetuar o nome daquelas pessoas no ofício por elas escolhido?

Pois bem, os Habsburgos especializaram-se na arte de governar e, depois, de reinar. Por essas e outras razões é que prefiro ver o poder entregue a quem já o carrega no sangue com dignidade, e não por aventureiros que aparecem não se sabe de onde e, sob a falácia da democracia representativa republicana, avocam o papel do Chefe de Estado, para o qual seria importante alguém realmente preparado… Bom, são apenas algumas divagações monarquistas, direto da Suécia (por sinal, uma boa monarquia)…

Viva a Casa de Habsburgo! – Bella gerant alii; tu, felix Austria, nube!

The History of the Habsburgs

Extraído de:http://www.monarchgenealogy.com/habsburghistory.htm
 
   The dynasty first gained power in 1278 when Rudolf of Habsburg seized the Alpine duchies of Austira and Styria. The Apline duchies, parts of land in Switzerland, Italy, France and Germany ruled by the Bohemian king Otakar. Rudolf of Habsburg had already owned family lands in sourthern Germany and Alsace, a region in northern France. Austira became the head, or central point, of the Habsburg Empire. Over the next few centuries the desendants of Ruldolf expanded the empire towards the west. The family seized control Tyrol, a province in western Austria and Northern Italy, and Vorarlberg, the westernmost province of Austria. During this time period the family also gained control of Carinthia, the southern part of Austria. Continuar lendo

Funerais de Otto von Habsburgo…

Mesmo longe, não poderia deixar de registrar esta notícia. A correria das últimas semanas me havia impedido de dedicar um post especial àquele que deveria ter ocupado o trono da Áustria. Foi-se o último Habsburgo, ou melhor, o último chefe da Casa Imperial que governou a Europa por séculos.

De toda maneira, digno de nota o fato de milhares terem comparecido aos funerais. 

Minha homenagem a Otto von Habsburgo. A propósito, há um artigo muito interessante de sua autoria na parte acadêmica deste site.

Milhares vão às ruas de Viena para funeral do último herdeiro do Império austro-húngaro

BBC Brasil –  16 de julho, 2011 – 13:46 (Brasília) 16:46 GMT

Corpo de Otto von Habsburgo ficará enterrado em Viena, mas coração irá para Hungria. Continuar lendo

Rainha Victoria

Aproveitando as núpcias do príncipe, segue texto interessante sobre aquela que deu nome a uma era, a mãe de todas as grandes casas reais européias: a Rainha Alexandrina Victoria.

O texto é extraído do site oficial da monarquia britânica.

Victoria reinou soberana durante 63 anos e 7 meses, maior período de um monarca inglês no trono. Bom lembrar que em 2012 a Rainha Elizabeth II completa 60 anos de reinado. Viva a estabilidade monárquica!

Saudações monarquistas! Pela restauração!

Queen Victoria

 Victoria (r. 1837-1901)

The Hanoverians

Victoria was born at Kensington Palace, London, on 24 May 1819. She was the only daughter of Edward, Duke of Kent, fourth son of George III. Her father died shortly after her birth and she became heir to the throne because the three uncles who were ahead of her in succession – George IV, Frederick Duke of York, and William IV – had no legitimate children who survived.

Warmhearted and lively, Victoria had a gift for drawing and painting; educated by a governess at home, she was a natural diarist and kept a regular journal throughout her life. On William IV’s death in 1837, she became Queen at the age of 18. Continuar lendo

A Casa de Windsor

Curiosidades sobre a Casa de Windsor. Bom lembrar que são parentes dos membros da nossa Casa Imperial do Brasil.

Afinal, o Conde D’Eu era Saxe-Corburgo-Gotha.

E, para quem quiser o site oficial da família real britânica: http://www.royal.gov.uk/Home.aspx.

Retirei este material da Wikipédia, mas os dados estão corretos. É que achei que ficou um bom texto…

“A Casa de Windsor ou Dinastia Windsor é uma casa real do norte da Europa, descendente da Casa de Saxe-Coburgo-Gota, sendo a dinastia atualmente no poder do Reino Unido e dos países da Commonwealth. Seu atual soberano é a Rainha Elizabeth II. Passou a ter a denominação atual no ano de 1917, durante a Primeira Guerra Mundial, ocasião em que um sentimento anti-germânico no povo fez com que a Família Real Britânica trocasse todos os seus títulos e sobrenomes alemães para versões inglesas. Continuar lendo

Casamento de William e Kate e o problema da Segurança

Voltando ao tema dos pombinhos… Imagino como deve estar o sujeito encarregado da segurança do evento. Afinal, tem-se ali um prato cheio para um atentado terrorista ou coisa parecida.

Ataques poderiam ocorrer não necessariamente no casamento ou no trajeto para a cerimônia. De fato, não duvido que uma organização ou pessoas interessadas em fazer o mal  possam se aproveitar do direcionamento da segurança ao evento para realizarem algum ataque em outra parte de Londres. Por mais que as autoridades estejam atentas, há sempre o risco.

Oxála dê tudo certo e que os noivos (e os britânicos) só tenham boas recordações daqueles momentos.

Íntegra do discurso de Obama no Municipal

É fácil de encontrar, mas decidi reproduzir aqui no site o discurso de Obama no Municipal, em português e inglês.

Enquanto ontem os destinatários do discurso eram o Estado brasileiro (ou seu governo) e autoridades políticas e econômicas, hoje o Presidente dos EUA falou para o Brasil, para o povo brasileiro. Gostei do discurso.

E, como bom monarquista, não posso deixar de registrar que o Presidente dos EUA citou expressamente em seu discurso o maior Estadista que este país já teve: Dom Pedro II. Deus salve o Imperador! Pela restauração!

Obama encerra a visita ao Brasil. A viagem para a América Latina começa no Chile… Continuar lendo