Imagens que dizem muito…

Meu amigo Daniel Pinto, da embaixada brasileira em Porto Principe (Haiti), enviou-me um link muito interessante com fotos da II Guerra Mundial. Dali fui para outro link, que me chamou a atenção também pela beleza das imagens: é sobre cerimônia de Corpus Christi em diversas partes do mundo. Encanta-me a diversidade humana e essa profusão de culturas que formam a humanidade!

Para o link, clique aqui.

12 de outubro de 1492: descobrimento da América

Também foi em um 12 de outubro que a América foi oficialmente “descoberta”. Em que pese o fato que esta é uma data muito mais simbólica (pois os portugueses já conheciam estas terras para cá), vale a comemoração do momento de encontro entre o Velho e o Novo Mundo.

As grandes navegações estão no centro de um processo de globalização que traria mudanças significativas na História da humanidade. E, sem dúvida, Colombo tem seus méritos por tudo isso!

Segue um artiguinho para ilustrar o acontecimento: um genovês, a serviço dos espanhóis, que diz que vai dar a volta ao mundo e chega a um lugar desconhecido, que ele pensa que são as Índias e que acaba recebendo o nome de outro navegador, português. O mais interessante é que os portugueses viam tudo isso e se deleitavam com a confusão, pois sabiam que aquelas ilhas descobertas por Colombo não eram as Índias, mas sim um novo continente, por eles (portugueses) já conhecido…

Minha homenagem ao navegador genovês e a todos os loucos corajosos (ou corajosos loucos) que se lançaram ao desconhecido, enfrentando todas as adversidades, para chegar a terra nunca dantes navegadas!

O Descobrimento da América

http://cvc.instituto-camoes.pt/navegaport/d10.html

De acordo com os dados disponíveis o primeiro navegador a alcançar terras americanas foi Cristóvão Colombo, em 1942 ao serviço de Castela, descobrindo a América Central.

Cristóvão Colombo inicia a sua viagem na madrugada de 3 de Agosto de 1492 como Capitão da Armada e da nau onde seguia, numa frota formada pela nau Santa Maria, a caravela redonda Pinta capitaneada por Martín Alonso de Pizón e a caravela latina Nina com Vicente Yáñez Pinzón como capitão. A tripulação era composta por um total de 90 homens, segundo Las Casas e Fernando Colombo, ou 120 já segundo Gonçalo Fernadez de Oviedo. Continuar lendo

Por Graça de Deus e Unânime Aclamação dos Povos, Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil

Como hoje é aniversário dele, reproduzo o texto de Isabel Lustosa, citada no post anterior, sobre o perfil de nosso primeiro monarca, Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon, Pedro I do Brasil, Pedro IV de Portugal:

“[…] d. Pedro I foi um governante muito à frente da elite brasileira do seu tempo. Ele afrontou os valores da escravidão, combatendo com vigor o hábito de alguns funcionários públicos de mandar escravos para trabalhar em seu lugar; concedendo lotes aos escravos que libertou na Fazenda de Santa Cruz; no Rio de Janeiro e na Bahia, onde os ricos circulavam em liteiras e qualquer pessoa que pudesse ter dois escravos tinha condições de se fazer transportar pelas ruas numa rede amarrada num pau que os escravos sustentavam nos ombros, lembra Macaulay, d. Pedro andava a cavalo ou circulava numa carruagem puxada por cavalos ou mulas e dirigida por ele mesmo; e, como foi visto, não permitiu que seus súditos lhe prestassem a homenagem tradicional de carregar sua carruagem nas costas por ocasião do Fico.” Continuar lendo

Dom Pedro I e a escravidão

Aproveitando as comemorações do 12 de outubro (aclamação de D. Pedro I como imperador e defensor perpétuo do Brasil), achei por bem lembrar que a família imperial brasileira sempre foi crítica da escravidão. Diga-se de passagem, a abolição, alcançada pela Lei Áurea, de 13 de maio 1888, é, sem sombra de dúvida, percebida como o “tiro de misericórdia” no regime monárquico brasileiro. A historiografia atual assinala que a Princesa Isabel tinha plena consciência de que estava a sacrificar o futuro seu e de sua família, e o do Império do Brasil, ao por a termo a nefasta mácula da escravidão. E mesmo assim o fez, e sua aclamação como “a Redentora” não é por acaso.

O espírito de serviço e o amor à nação foram características inatas dos soberanos brasileiros ao longo de todo o Império. Lástima o golpe da República e triste a condição dos chefes de Estado que se seguiram ao colapso do Império e que nem de longe alcançavam a nobreza do monarca e de sua herdeira que haviam sido exilados…

Mas repito, o espírito cívico e o apreço pelas boas causas sempre estiveram presentes do DNA da família imperial brasileira. Mesmo D. Pedro I, muito criticado por alguns devido a seus arroubos, demonstra grande sensibilidade em questões tão relevantes como a escravidão. De fato, foi ele um dos primeiros críticos do modelo, quando o restante do mundo, inclusive nações democráticas como os EUA, viam a escravidão com naturalidade.

Dom Pedro I não acreditava em diferenças raciais e muito menos em uma presumível inferioridade do negro, percepção comum à época e que perduraria por muitos anos do século XX, chegando mesmo, infelizmente, ao século XXI em algumas regiões do planeta. Sua Majestade deixou claro, desde muito cedo, o que pensava sobre a idéia de desigualdade em razão da “raça”: “Eu sei que o meu sangue é da mesma cor que o dos negros“. Completamente contrário à escravidã0, o Imperador pretendia mesmo debater com os deputados da Assembleia Constituinte uma forma de extingui-la.

Note-se que a posse de escravos no período não se restringia a aristocratas ou famílias ricas. Era comum que brasileiros humildes também tivessem escravos. Ademais, ainda que constituindo a grande maioria, não eram apenas os negros os escravos no Brasil: havia mestiços e até brancos. E não era incomum que negros e mesmo escravos libertos também tivessem seus próprios escravos.

Dom Pedro I é dos que primeiro escrevem contra o instituto da escravidão. A condição de escravo, em sua opinião, era algo nefasto e prejudicial a qualquer sociedade: Continuar lendo

Viva o 12 de outubro! Viva Dom Pedro I!

 

Aclamação de D. Pedro I (12/10/1822), por Debret. Esta foi, durante muito tempo, a imagem da independência do Brasil

Aclamação de D. Pedro I (12/10/1822), por Debret. Esta foi, durante muito tempo, a imagem da independência do Brasil

12 de outubro: taí uma data que deve ser lembrada por todos os brasileiros! Afinal, foi no dia 12 de outubro de 1822 que Dom Pedro I  foi proclamado Imperador e aclamado defensor perpétuo do Brasil! Sim, 12 de outubro (coincide com o aniversário de Sua Majestade) é o dia da aclamação de Dom Pedro I.

Durante muitos anos, foi essa a data importante relacionada à independência do Brasil… A data era tão significativa e tão presente no imaginário coletivo que foi preciso manter o feriado como o “dia da padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida” e, para influenciar as novas gerações desde cedo, dia da criança.

 

Dom Pedro I, o monarca da quatro coroas - Defensor Perpétuo do Brasil!

Fica aqui minha homenagem a Sua Majestade Imperial, Dom Pedro I do Brasil, Dom Pedro IV de Portugal, um português de coração brasileiro e que tantas mudanças provocou em dois continentes nos seus curtos 35 anos de vida!

Viva o 12 de outubro! Viva Dom Pedro I! Viva o Império do Brasil!

Chavez e a China

Pequim aumenta sua presença na América Latina. Pelo visto, a China se mostra muito ativa e influente que a URSS noas bons tempos da Guerra Fria, nesse continente que durante décadas foi incontestável área de influência estadunidense.

Entre estar sob a hegemonia dos EUA e da China, digo sempre, prefiro a de Washington…

HasVenezuela’s Chavez Become a Chinese Puppet inLatin America?

 “China is already Venezuela’s second main commercial partner and Chavez has made all efforts to tie his regime to China in what could be called the CHI-CHA connection,” says Venezuelan expert Gustavo Coronel, asking of the $80 billion in loans: “Has Hugo Chavez’s anti U.S. obsession has driven him into the arms of China?”

By Gustavo Coronel, Latin American Herald Tribune, 11OCT2011 –
http://www.laht.com/article.asp?ArticleId=431587&CategoryId=13303

Hugo Chavez’s anti U.S. obsession has driven him into the arms of China. If it wasn’t so truly tragic this could be the stuff soap operas are made of: the spiteful woman rejected by a lover who gives herself to a rich suitor. Continuar lendo