Cortes no orçamento de Defesa de Pindorama

E de volta à Pindorama, os cortes no orçamento federal atingiram a fundo o Ministério da Defesa! Absurdo como se lida com essa questão!

Sinceramente, não consigo admitir a quantidade de dinheiro que se gasta com alguns dos 869 ministérios… Gastos com publicidade, eventos sem o menor sentido, patrocínio de folhetins, apoio a produções artístico-culturais duvidosas, etc.

Gasto com marqueteiros então! Sinceramente, acho que dinheiro federal com publicidade só deveria ser usado em campanhas educativas ou orientações à população (por exemplo, em anúncios sobre vacinação). Deprimente se cortar dinheiro da Defesa quando já temos um orçamento irrisório diante das proporções e pretensões internacionais do Brasil!

Amanhã publico mais sobre nosso orçamento de defesa…

16 de fevereiro de 2011, em Divulgação, Ministério da Defesa

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, anunciou hoje (15/02) o valor provável do corte no orçamento da Defesa para 2011. Ao todo, deverão contigenciados R$ 4,024 bilhões, o que corresponde a uma redução de 26,5% em relação ao valor total de R$ 15,165 bilhões previsto para a pasta na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O corte ocorrerá sobre a parcela contigenciável do Ministério, que engloba despesas com manutenção operativa e projetos das Forças Armadas e demais órgãos vinculados à pasta. Essa parcela era originalmente de R$ 10,292 bilhões. Os R$ 4,873 bilhões restantes, diferença entre o saldo contingenciável e o valor total do orçamento do Ministério, refere-se ao montante fixado na lei orçamentária que não pode ser contingenciado por cobrir despesas obrigatórias e ressalvadas, a exemplo dos gastos com o controle do espaço aéreo. Continuar lendo

Os navios de Armandinho…

A noticia já é antiga (da semana passada), mas não poderia deixar de comentar… Mais uma provocação de Ahmadinejad (o Armandinho de Teerã), demonstração de força, ameaça a antagonistas tradicionais como Israel e o próprio Egito, ou tentativa de desviar a atenção de críticos internos? Como se a situação já não estivesse para lá de complicada por ali, ainda mais essa dos iranianos!

E o mais estranho é que são navios de guerra iranianos indo para a Síria! Sei não…

 

Navios iranianos passam por Suez e Israel considera provocação

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011 18:37 BRT

Por Yusri Mohamed

ISMAILIA, Egito (Reuters) – Dois navios militares iranianos passaram na terça-feira pelo Canal de Suez, no Egito, seguindo para o mar Mediterrâneo rumo à Síria, disse uma fonte da administração do canal. A medida foi classificada por Israel como uma “provocação”. Continuar lendo

Kai-dafi ou não kai-dafi? E o Levante chega à Líbia…

Façam suas apostas: quanto tempo o Cauby Peixoto da Líbia se agüenta no poder?
Chegou a vez de Kadafi? Aguardemos as venas dos próximos capítulos… De toda maneira, é bom assinalar que o ditador Líbio reage aO Levante de forma muito mais violenta e agressiva que nos outros países. Tenta negar que haja qualquer protesto contra ele, culpa o grande Satã por tudo e até afirmou que quem estava insuflando o povo nas ruas não eram líbios, mas sim “agentes israelenses”…  Proibiu a imprensa estrangeira de trabalhar na Líbia, e diz que dará a vida (de quem?) para defender “a Revolução” e permanecer no poder. Em termos de conduta violenta, Kadafi lembra muito o comportamento de Saddam Hussein no auge do poder no Iraque. 

“Muamar Kadafi não é o presidente, ele é o líder da revolução. Ele não tem nada a perder. Revolução significa sacrifício… Não tenho cargo para renunciar. Tenho minha arma, meu rifle para lutar pela Líbia.” Muammar Kadafi

Que ninguém se engane: em que pese aquela aparência de estrela pop decante, o coronel Kadafi é tudo menos idiota. E ainda conta com muita gente que lhe é fiel. Em suma: o Levante na Líbia pode ser marcado por muito mais violência e repressão que nos outros países árabes.

Segue matéria do G1, de hoje:

Kadhafi afirma que ainda é ‘chefe da revolução’ e que não deixará a Líbia

Ditador ameaçou manifestantes e prometeu lutar ‘até última gota de sangue’.
Repressão a protestos contra o governo deixou centenas de mortos no país.

Do G1, com agências internacionais

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