Jamais Serão Esquecidos!!!

Lest forgetComo sempre faço todos os anos, relembro a importância da data de hoje. Há exatos 96 anos, na 11ª hora, do 11º dia, do 11º mês de 1918, os sinos por toda a Europa começavam a badalar celebrando o fim de quatro anos de guerra, cujo saldo negativo fora de 10 milhões de mortos e outros tantos feridos, mutilados, incapacitados. Além das preciosas vidas perdidas e dos incalculáveis prejuízos materiais, a Grande Guerra que terminava provocara mudanças fundamentais na sociedade, no quadro político e econômico internacional e, acima de tudo, da maneira de ver o mundo dos homens e mulheres de então.

A I Guerra Mundial afetou toda uma geração nos cinco continentes. Vale lembrar de países como o Canadá, tão distante do continente europeu, mas que, com uma população de 10 milhões à época, mobilizou 1,5 dos seus nacionais para o esforço de guerra, deixando para sempre nos campos de batalha da Europa cerca de 65 mil homens entre 17 e 45 anos, que foram lutar uma guerra que muitos diziam que não era deles…

Lest forget2Como sempre faço todos os anos, relembro que a Grande Guerra é um divisor de águas na História da humanidade. O mundo mudou completamente naqueles quatro anos e, a partir dali, mudaria muito mais. Bastante do que vivemos hoje encontra origem no conflito de cem anos passados…

Como sempre faço todos os anos, relembro dos milhões que se sacrificaram nos campos de batalha da Grande Guerra, dos civis que pereceram no conflito, das famílias afetadas por aqueles acontecimentos. E é a eles que rendo homenagem. Como se está a dizer hoje por todo o planeta, “jamais serão esquecidos!”!

Em homenagem a todos que viveram a Grande Guerra e que morreram naquele conflito, reproduzo aqui o Ato da Lembrança (The Act of Remembrance), um trecho do poema “For the Fallen” de Laurence Binyon, escrito em 1914, e muito usado no Dia da Lembrança (Remembrance Day), comemorado nos países da Comunidade Britânica das Nações, para lembrar os veteranos e os que tombaram defendendo seu país (for the King and the Empire). Aprendi sobre ele quando vivia no Canadá, onde a data é muito significativa. 

The Act of Remembrance

They shall grow not old,
as we that are left grow old:
Age shall not weary them,
nor the years condemn.
At the going down of the sun
and in the morning
We will remember them.

O Ato da Lembrança

Eles  não envelhecerão
Como nós envelhecemos
Eles jamais ficarão cansados
Nem o tempo os condenará
E quando o sol se puser
E ao amanhecer
Nós lembraremos deles.

Nós lembraremos deles! 

Remembrance-Sunday

Quando a vovozinha acertou o lobo

A vovozinha merece respeito! E tem gente que ainda é contra o direito legítimo do cidadão de bem de portar arma para se defender. Claro, que a posse e o uso de armas de fogo têm que ser fiscalizados e aqueles que as utilizarem indevidamente devem ser punidos com severidade. Agora, simplesmente proibir o cidadão deste mecanismo de defesa em um país onde o Estado é falho em garantir a segurança e os criminosos se proliferam em progressão geométrica, é condenar as pessoas de bem a viver à mercê da bandidagem. Quando possui uma arma (e sabe usá-la), o cidadão tem alguma chance de se defender; quando não possui (mesmo que soubesse usá-la), não tem chance alguma.

Idosa de 77 anos reage a assalto em padaria e mata jovem em São Lourenço do Sul

Caso ocorreu por volta das 21h30min no bairro Navegantes

Zero Hora – Atualizada em 31/08/2014 | 22h2431/08/2014 | 09h53
Idosa de 77 anos reage a assalto em padaria e mata jovem em São Lourenço do Sul Jornal O Lourenciano/Divulgação

Caso ocorreu na Rua Argôlo, no bairro Navegantes, em São Lourenço do SulFoto: Jornal O Lourenciano / Divulgação

Uma tentativa de assalto terminou com morte e chocou moradores de São Lourenço do Sul, no sul do Estado, na noite do último sábado. Ao ser ameaçada por um criminoso que pretendia levar o dinheiro do caixa de seu estabelecimento, uma idosa de 77 anos sacou uma arma e o matou.

O caso ocorreu por volta das 21h30min, no bairro Navegantes. O criminoso invadiu a Padaria da Vovó, anunciou o assalto e foi surpreendido pela reação da idosa, que sacou um revólver calibre .38.

De acordo com a delegada de Canguçu, Paula Garcia, que responde interinamente pela delegacia de São Lourenço do Sul, dois tiros foram disparados enquanto o jovem tentava se aproximar do caixa do estabelecimento. Uma bala atingiu o pescoço de Jonathan Silveira Ferreira, 24 anos, e outra raspou no braço. O rapaz, que também estava armado, morreu no local. A informação inicial era de que ele havia ingressado no local com um comparsa, mas a Polícia Civil não confirma.

Continuar lendo