Dia Mundial da Conscientização sobre o Autismo

O autismo é assunto que merece mais atenção e sobre o qual, portanto, compartilho informação aqui em Frumentarius. É importante conhecer, pois a síndrome que afeta o desenvolvimento da comunicação, socialização e comportamento, e atinge mais de 2 milhões de brasileiros, sendo que 70 milhões de pessoas no mundo seriam autistas. A ONU escolheu o 2 de abril como o Dia Internacional da Conscientização sobre o Autismo.

Não foram poucos os gênios que tinham algum tipo de autismo, mas muitos foram e são os incompreendidos por essa maneira diferente de ver o mundo. Em todos os casos, a melhor maneira de derrubar preconceitos e conhecendo melhor sobre o assunto e sobre essas pessoas que são, acima de tudo, muito especiais.

Aproveito ainda, para informar que minha irmã caçula, psicóloga, é especialista em casos de crianças com autismo. Aqueles que desejarem maiores informações, entrem em contato.

Segue um texto sobre o aumento de casos de autismo no mundo.

Seguem  também os links para a Revista Autismo e para uma outra página interessante sobre o tema: Revista Autismo; Autismos.net

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Casos de autismo sobem para 1 a cada 68 crianças

Sex, 28 de Março de 2014 17:43,  Paiva Junioreditor-chefe da Revista Autismo

 Conforme pesquisa do governo dos Estados Unidos, os casos de autismo subiram para 1 em cada 68 crianças com 8 anos de idade — o equivalente a 1,47%. O número foi aferido pelo CDC (Center of Diseases Control and Prevention), do governo estadunidense — órgão próximo do que representa, no Brasil, o Ministério da Saúde. Os dados são referentes a 2010 e foram divulgados nesta quinta-feira, 27 de março de 2014. Continuar lendo

Visões e versões

abaixo a ditaduraIria reproduzir aqui a entrevista de Daniel Aarão Reis, na Folha de São Paulo, sobre o período militar e a luta armada. A Folha, porém, bloqueia a opção. Coloco, portanto, o link.

Durante muito tempo desde a década de 1980, o que se produzia sobre o movimento de 31 de março de 1964 e o período militar era marcado por percepções parciais, muitas sem compromisso com a verdade e, inclusive no campo jornalístico e no acadêmico, por registros com um forte caráter ideológico daqueles que se diziam combatentes fervorosos do regime e defensores ferrenhos da democracia (ainda que fosse uma democracia socialista com o objetivo de chegar à ditadura do proletariado). Exceção nobre que deve ser lembrada é Jacob Gorender (ele próprio que acabou hostilizado pela esquerda que não aceitava sua análise coerente dos fatos).

A coisa parece estar mudando, ainda que muito lentamente. Começamos a encontrar publicações que buscam se despir das vestes ideológicas e tratar com seriedade do período. Afinal, como já disse em outros posts, deve-se considerar a percepção da época, o fato de que vivíamos em meio a uma Guerra Fria, na qual forças muito mais poderosas disputam influência junto aos latino-americanos e aos brasileiros em especial.

Houve acertos e erros de ambos os lados, portanto. A grande conclusão que se pode tirar daquilo tudo é que, não importa se de direita ou de esquerda, há sempre baixas nessas disputas de poder fora da via democrática. De toda maneira, a democracia deve ser a única opção aceitável.

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Sobre o Ebola e a dengue…

A primeira vez que ouvi sobre o Ebola foi há mais de vinte anos, quando uma epidemia na atual República Democrática do Congo ceifou muitos vidas, em pouco tempo, e o mundo vi imagens chocantes de pessoas sangrando pelos poros, o que parecia o prenúncio do Apocalipse. Aquilo realmente me assustou e, como sempre tive interesse em entender essas doenças e epidemias, resolvi pesquisar mais… Aí fiquei mais tranquilo. Fiquei tranquilo não porque o vírus não seja tremendamente perigoso (é, sem dúvida, um dos mais letais conhecidos), mas pela dificuldade deste chegar a terras brasileiras…

O Ebola tem suas origens no interior das florestas africanas. Em uma história que parece de ficção científica, o vírus permaneceu adormecido em algum hospedeiro que não era por ele afetado até que o homem o encontrou. A caixa de Pandora fora aberta. Mais de 90% das pessoas que tinham contato com a doença morriam, e rápido . Era a natureza dizendo que havia certas questões nas quais o homem não deveria meter a mão. Mas a necessidade de derrubar matas e explorar as riquezas da África selvagem falou mais alto. E o mal se propagou…

Por que não me preocupo tanto com o Ebola? Porque a possibilidade de uma epidemia global desta doença é baixa, e por uma razão bem simples: o hospedeiro humano morre muito rapidamente após o contato com o vírus. Assim, a primeira medida para contenção da doença é isolar as pessoas contaminadas.

Não é por isso que não devemos nos preocupar com o Ebola. É importante que a comunidade internacional esteja atenta à propagação da doença. Não se pode brincar com algo tão letal. Porém, no caso brasileiro, mais preocupantes são doenças epidêmicas que afetam diretamente nossa população e contaminam milhares por ano, das quais a dengue é a principal: a febre amarela, a tuberculose (que volta discreta, mas firmemente), a dengue. Sim, tenho muito mais medo da dengue. E a prevenção contra esses males é a melhor alternativa e exige empenho das autoridades públicas e de cada cidadão. Taí uma guerra justa e que tem que ser travada dia-a-dia, só podendo ser vencida se todos colaborarem.

O Brasil é um país tropical, abençoado por Deus. E tem doenças tropicais e doenças causadas por falhas no saneamento público e, em alguns casos, pela falta de cuidados de cada indivíduo. Este post só tinha por objetivo alertar para o problema.

Sobre a dengue, recomendo dois sites com informações que todo mundo deve conhecer: http://www.dengue.org.br/ e http://www.combateadengue.com.br/. Há outros.

Sobre o Ebola, para os mais curiosos, segue um artigo interesse da Deutsche Welle…

PS: Não postarei fotos de pessoas contaminadas pelo Ebola aqui porque são muito chocantes.

Ebola

Deutsche Welle – CIÊNCIA – 02/04/2014

Ebola é um dos vírus mais perigosos do mundo

Não há remédios para combater a doença, e na grande maioria dos casos ela é fatal. Transmissão acontece através do contato direto com pessoas ou animais infectados.

Em 90% dos casos, o vírus ebola é fatal. Não existem vacina ou remédio contra a doença por ele causada, conhecida como febre hemorrágica ebola e que atinge principalmente aldeias nas Áfricas Central e Ocidental, em países como Congo, Sudão, Costa do Marfim, Gabão, Uganda e agora na Guiné, na Libéria e em Serra Leoa.

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