Viva o 12 de outubro! Viva Dom Pedro I!

 

Aclamação de D. Pedro I (12/10/1822), por Debret. Esta foi, durante muito tempo, a imagem da independência do Brasil

Aclamação de D. Pedro I (12/10/1822), por Debret. Esta foi, durante muito tempo, a imagem da independência do Brasil

12 de outubro: taí uma data que deve ser lembrada por todos os brasileiros! Afinal, foi no dia 12 de outubro de 1822 que Dom Pedro I  foi proclamado Imperador e aclamado defensor perpétuo do Brasil! Sim, 12 de outubro (coincide com o aniversário de Sua Majestade) é o dia da aclamação de Dom Pedro I.

Durante muitos anos, foi essa a data importante relacionada à independência do Brasil… A data era tão significativa e tão presente no imaginário coletivo que foi preciso manter o feriado como o “dia da padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida” e, para influenciar as novas gerações desde cedo, dia da criança.

 

Dom Pedro I, o monarca da quatro coroas - Defensor Perpétuo do Brasil!

Fica aqui minha homenagem a Sua Majestade Imperial, Dom Pedro I do Brasil, Dom Pedro IV de Portugal, um português de coração brasileiro e que tantas mudanças provocou em dois continentes nos seus curtos 35 anos de vida!

Viva o 12 de outubro! Viva Dom Pedro I! Viva o Império do Brasil!

Bandeira Imperial do Brasil

Aproveitando as comemorações da Semana da Pátria, seguem algumas informações sobre a Bandeira do Brasil (do Império, claro!), que considero um dos mais belos entre os pavilhões nacionais!

Em tempo: estava ainda hoje explicando a uma casal estrangeiro amigo sobre as cores da nossa bandeira, cujo verde e amarelo remontam ao pavilhão do Império. É sempre bom lembrar que o verde e o amarelo nada têm a ver com “nossas matas e nosso ouro”, explicação republicana para tentar subverter o significado heráldico do losango amarelo no retângulo verde…

BANDEIRA IMPERIAL DO BRASIL (1822-1889)

Recusando-se obedecer as ordens das Cortes Portuguesas, D. Pedro, a 7 de setembro de 1822, num sábado de céu azulado, às margens do riacho Ipiranga (Rio Vermelho – do tupi), em São Paulo, proclamou a emancipação política do Brasil, depois de proferir o brado de Independêcia ou Morte e de ordenar Laços Fora!, arrancando do chapéu o tope português, exclamou : “Doravante teremos todos outro laço de fita, verde e amarelo. Serão as cores nacionais “. O amarelo representa a Casa de Habsburgo (Dona Leopoldina) e o verde representa a Casa de Bragança (Dom Pedro I). Continuar lendo

Hino da Independência

Pintura em que D. Pedro I realiza a execução da peça musical dedicada ao Hino da Independência.

Pintura em que D. Pedro I realiza a execução da peça musical dedicada ao Hino da Independência.

Uma das mais belas peças dentre as melodias cívicas, o Hino da Independência deveria ser executado com mais freqüência no País, trazendo orgulho a todos os brasileiros. Afinal, quantos países têm o privilégio de ter um hino tão rico e belo composto pelo goverante?!? Para ouvi-lo, clique aqui

O 7 de setembro é data importante para lembrar que ainda temos muito que lutar pela nossa independência como nação sobera, libertando-nos dos grilhões pérfidos da corrupção, da desigualdade e do retrocesso!

Ah, como carecemos de brasileiros comprometidos com um bem maior, com o desenvolvimento do País e com a probidade no trato da coisa pública! Quantos estão dispostos a morrer pelo Brasil?

HINO DA INDEPENDÊNCIA

(Extraído de http://www.brasilescola.com/historiab/hinodaindependencia.htm)

Se a arte imita a vida, podemos notar que a história do Hino da Independência foi tão marcada de improviso como a ocasião em que o príncipe regente oficializou o fim dos vínculos que ligavam Brasil a Portugal. No começo do século XIX, o artista, político e livreiro Evaristo da Veiga escreveu os versos de um poema que intitulou como “Hino Constitucional Brasiliense”. Em pouco tempo, os versos ganharam destaque na corte e foram musicados pelo maestro Marcos Antônio da Fonseca Portugal (1760-1830). Continuar lendo

Falácias da Guerra do Paraguai

Recebi de um colega por e-mail e resolvi compartilhar. Incomoda-me a maneira com parte importante da sociedade brasileira e a maioria dos formadores de opinião deste País desconhecem o conflito de 1864-1870 e desmerecem a participação brasileira. E o pior é a falácia criada na década de 1970 (por um brasileiro cujo nome prefiro nem registrar e que fez um grande desserviço ao País) segundo a qual o Paraguai era um centro de prosperidade na América do Sul, chegando a incomodar a Grã-Bretanha (HAHAHAHA!)a ponto daquela potência fazer com que Argentina, Uruguai e o Império do Brasil desencadeassem um guerra genocida contra Solano Lopes! Pelamordedeus!

Deprimente como há professores brasileiros que, por questões ideológicas ou ignorância, compraram a idéia e a disseminam entre seus alunos! Não, o Paraguai não era o paraíso de prosperidade na terra. Lopes era mais um caudilho governando com braço forte e oprimindo aquele povo (em que pese o fato de que seu pai promovera reformas importantes para o desenvolvimento do Paraguai) e o Brasil foi atacado, respondendo à injusta agressão contra nosso território.

Foi o maior conflito pelo qual passou a América do Sul. E deveríamos nos orgulhar de termos saído vencedores. Diga-se de passagem, o Império do Brasil (na figura de sua Majestade Imperial, o maior estadista de nossa História), mostrou-se sim muito nobre na vitória, preservando a integridade territorial paraguaia… E naquele conflito forjou-se nosso Exército, como figuras como Caxias e Osório, fazendo-se também presente nossa gloriosa Armada, cujo patrono, Tamandaré, deveria estar entre os heróis mais aclamados da Pátria.

Entretanto, preferimos acreditar nas mentiras que prejudicam a imagem do Brasil naquele conflito e ridicularizam nossos heróis. Creio que sejamos o único país do mundo que não canta louvores a suas vitórias, preferindo versões que nos desmerecem. Ainda temos muito que crescer, também nesse sentido. Pronto, desabafei!

Singularidade

* Sérgio Paulo Muniz Costa

 Exatamente o que Solano Lopes pretendia ao invadir o Brasil em dezembro de 1864 e junho de 1865, matando, estuprando, roubando e torturando brasileiros nas terras que habitavam há gerações não se sabe. Já o revisionismo histórico que se pratica há mais de quarenta anos no Brasil em relação à Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870) é mais fácil de estimar: levar a luta ideológica ao extremo de negar a nacionalidade. Continuar lendo