Um novo horizonte para a História do Brasil

Primeiramente, gostaria de agradecer de coração a todos os amigos e amigas que me enviaram notícias sobre as pesquisas referentes à exumação de nosso amado primeiro Imperador e suas esposas!

O trabalho da professora Valdirene e sua equipe é valioso e meritório. O que foi feito por esses pesquisadores e cientistas da USP contribuirá sobremaneira para uma revisão de nosso passado, e para a recuperação da memória do período mais grandioso de nossa História, a saber, os anos em que este País esteve sob uma monarquia constitucional que nada devia às democracias européias. Mitos, muitos criados com o objetivo de denegrir o Império, serão derrubados… a imagem de nosso primeiro Imperador deverá ser revista… também serão mais conhecidas as duas imperatrizes: Dona Leopoldina, a primeira mulher a governar o Brasil e uma austríaca que amava esta terra muito mais que a maioria dos brasileiros que nos governaram desde 1889; e Dona Amélia, companheira de Pedro I, mão adotiva de Pedro II, e exemplo de dignidade e amor ao marido e a seu legado.

Segue o link para a série de reportagens produzida pelo jornal O Estado de São Paulo: http://infograficos.estadao.com.br/public/familiaimperial/. Essas matérias (e as descobertas fruto da pesquisa do pessoal da USP) só aumentam minha admiração e respeito pelo Império do Brasil e o desejo sincero de um dia ver este País novamente sob uma monarquia constitucional. Pela restauração!

Uma nova história da família imperial

Restos mortais de Dom Pedro I, Dona Leopoldina e Dona Amélia são exumados e passam por bateria de exames; estudo revela detalhes desconhecidos da biografia dos imperadoresFamília imperialValter Diogo Muniz/Divulgação

Família imperial

Pela primeira vez em quase 180 anos, os restos mortais do primeiro imperador brasileiro, Dom Pedro I – alojados no Parque da Independência, na zona sul da capital, desde 1972 – foram exumados para estudos. Também foram abertas as urnas funerárias das duas mulheres de Dom Pedro I: as imperatrizes Dona Leopoldina e Dona Amélia.
Os exames – realizados em sigilo entre fevereiro e setembro de 2012 pela historiadora e arqueóloga Valdirene do Carmo Ambiel, com o apoio da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) – revelam fatos desconhecidos sobre a família imperial brasileira, agora comprovados pela ciência, e compõem retrato jamais visto dos personagens históricos. Continuar lendo