Engana-se quem pensa que o Japão é um anão militar e não gasta com Defesa. O país não tem só poder latente, mas poder real. De fato, apesar da limitação de investir até 1% do PIB, o orçamento de defesa é significativo na terceira economia do globo. E já passa da hora de revisar o artigo 9 da Constituição, acredita parte importante dos formuladores da política japonesa.
Além da necessidade de lucrar com a venda de armas e da possibilidade de aumentar sua influência (poder prestígio) com o envio de tropas ao exterior (como há anos já o faz a Alemanha), o Japão não pode contar mais com o guarda-chuva militar norte-americano. E o Governo de Tóquio tem que estar atento para rivalidades crescentes com a China e para a instabilidade no Extremo Oriente, estimulada por Piong Yang.
Sinceramente, tenho dificuldade de imaginar uma grande potência sem um forte aparato militar que lhe dê suporte. Mais cedo ou mais tarde o Japão revisará sua política de defesa para se mostrar mais presente no cenário militar asiático e mundial.
Última actualización: Sábado, 18 de diciembre de 2010
Japón se cuestiona su tradición pacifista
Muchos japoneses piden el fin de los principios pacifistas para hacer frente a la nueva realidad de la región.
La nueva estrategia militar de Japón suscitó un debate sobre si el país debe abandonar la política pacifista que ha ostentado desde la Guerra Fría.
Tokio actualizó este viernes su estrategia de defensa en respuesta al ascenso militar de China. Continuar lendo →