Cresce a presença chinesa na África

Como bem lembrou meu amigo Dario Alberto de Andrade Filho, só há cerca de dois séculos que a China deixou de ser a maior economia do mundo. E, pelo visto, os chineses estão dispostos a logo recuperar o posto.

China’s growing presence in Africa

Reuters, May 24, 2011 10:05 EDT


By Mark Mobius
The opinions expressed are his own.

There are some key forces both pushing and pulling China into Africa. First, China now has the world’s largest amount of foreign reserves, reaching $3 trillion, more than twice that of Japan and far larger than most other countries. Up to now a large portion of these reserves have gone into U.S. government debt but increasingly China is finding the necessity to diversify those reserves  because of the growing precarious situation with the U.S. Dollar and concerns about U.S. government debt. Continuar lendo

200 países, 200 anos, 4 minutos

Vídeo interessantíssimo que resume a história dos últimos 200 anos e compara o desenvolvimento dos diversos países e regiões. Recomendo em especial a meus alunos de Relações Internacionais:

http://sorisomail.com/email/129446/200-paises-200-anos-4-minutos.html

e aqui pelo youtube:

http://www.youtube.com/watch?v=Qe9Lw_nlFQU&feature=related

De volta à terra de Malboro… e ao caos de Guarulhos

Muito bem, meus caros seis leitores (talvez tenha havido algumas baixas nesses dias em que deixei de atualizar o site…)! Estou de volta! Duas semanas fora e já me colocaram a par de tanta coisa que aconteceu em Pindorama, como a questão dos livro didáticu em portuguêis erradu distribuído pelo Mininstério da Educassão, a briga pelos direitos dos homossexuais como o tal do beijaço, a história do mamaço em São Paulo, enfim, tudo isso que faz desse nosso País uma terra bem singular!

Realmente, é bom estar de volta ao Brasil! E já começou com uma recepção no aeroporto de Guarulhos… a visão do inferno! Você desce a escada rolante e se depara com uma gigantesca fila de imigração (claro, antes disso, já em frente à escada, um sujeito em um jaleco amarelo aos berros “estranjeros, foiregeneeers, fila da isssquerda! brasileiros, a outra fila! – é que ainda não inventaram painel eletrônico por aqui!), uma caracol de gente se espremendo para chegar ao controle da Polícia Federal (que, por sinal, é feito por terceirizados) para poder entrar oficialmente no Brasil, pisar nessa terra abençoada! E a fila de estrangeiros estava bem menor! Calor humano… Pânico nos olhos de alguns (certamente temendo não conseguir a conexão). Gente comentando sobre a Copa do Mundo de 2014… Acabei não tirando foto, mas encontrei uma na internet que retrata um pouco do caos em que se encontrava o ponto de entrada do principal aeroporto do Brasil. Parecia rodoviária de cidade do entorno das grandes capitais… Lembrei da nossa rodoviária de Brasília!

O mais interessante é que o Brasil deve ser um dos poucos países do mundo onde a fila dos nacionais na imigração é maior, mais lenta e mais confusa que a dos estrangeiros! Repito, a visão do inferno! Lembro de um senhor desesperado com uma criança de colo perguntado se havia fila preferencial… e a reposta: “senhor, a fila é essa mesmo!”

Passado o transtorno da imigração, começou a batalha pela malas: dois objetivos precisavam ser alcançados: 1) encontrar a esteira correta (já que eram sete vôos internacionais ao mesmo tempo e quem menos sabia qual seria a esteira para cada um eram os funcionários do aeroporto); 2) identificada a esteira, conseguir um carrinho para as bagagens (claro que isso estava bem difícil por uma questão de oferta e demanda).

Resolvida a bagagem (ao menos chegou! Yes!), havia o Duty Free… passei direto, pois o horário do vôo para Brasília não me permitia arriscar aquela parada comercial.

Sobe-se com as malas para despachar para a capital… fila e mais fila, claro… Mas aí informam que é preciso descer para despachar lá por baixo em um guichê especial (nesse até que não tinha fila, mas apenas uma funcionária e dois atletas que parecia que iam despachar a casa inteira).

Malas devidamente enviadas! Mas aí a moça do check-in informa que meu vôo estava no horário, mas que eu tinha que verificar o portão lá nos painéis porque ela ainda não tinha o número (isso no balcão da companhia). Fui nos painéis e nada (Guarulhos tem dois terminais de embarque doméstico e uma decisão errada seria fatal).  Passado um tempo, fui ao balcão de informações da Infraero. Ali, registre-se, fui muito bem atendido e o rapaz muito atencioso (mesmo, parabéns pelo atendimento!) anotou o número do portão: 3. Lá fui eu!

Cheguei lá e era o 3 mesmo! Yes! Só que, depois de algum tempo, mudaram para o 11 e não avisaram… Ainda bem que estou escolado… Imagino se fosse um gringo perdido! Estaria até hoje “asking for help” – como não se fala inglês no aeroporto internacional…

Consegui chegar a Brasília são e salvo (e com as malas!), depois de quase um dia de viagem!

A conclusão desse passeio pelos aeroportos brasileiros: realmente, estamos mais que preparados para os grandes eventos…  do século XXII! D’us nos ajude!