Hackers atacam setor de Defesa nos EUA

Este é o último da sexta… Não é de hoje que grito no deserto por maior atenção às vulnerabilidades no ciberespaço brasileiro. Tanto na esfera pública quanto no meio privado, são poucas as organizações com capacidade de fazer frente a invasão por hackers, seja em um contexto de guerra cibernética, seja sob a égido do ciberterrorismo ou dos cibercrimes. Há que se ficar de olho!

Reuters, 27/05/2011: http://www.reuters.com/article/2011/05/27/us-usa-defense-hackers-idUSTRE74Q6VY20110527

Exclusive: Hackers breached U.S. defense contractors

Photo
7:51pm EDT

By Jim Finkle and Andrea Shalal-Esa

BOSTON/WASHINGTON (Reuters) – Unknown hackers have broken into the security networks of Lockheed Martin Corp (LMT.N: Quote, Profile, Research, Stock Buzz) and several other U.S. military contractors, a source with direct knowledge of the attacks told Reuters.

They breached security systems designed to keep out intruders by creating duplicates to “SecurID” electronic keys from EMC Corp’s (EMC.N: Quote, Profile, Research, Stock Buzz) RSA security division, said the person who was not authorized to publicly discuss the matter. Continuar lendo

Apache na Líbia

Brinquedinho bom… Fica a matéria para os interessados em assuntos de Defesa.

Los Apache: un arma de doble filo entra al conflicto libio

Caroline Wyatt – Corresponsal de Defensa, BBCBBC: http://www.bbc.co.uk/mundo/noticias/2011/05/110527_apache_arma.shtml
Última actualización: Viernes, 27 de mayo de 2011
Apache

Los talibanes los llaman los “mosquitos”. Pero saben que su picadura es letal y así le temen.

Para las fuerzas terrestres británicas en la provincia de Helmand, en Afganistán, el ver y escuchar a un helicóptero Apache en los cielos cercanos es una sensación reconfortante.

La aeronave es piloteada por una tripulación de dos hombres del cuerpo aéreo del ejército británico, entrenados primero como soldados y luego como aviadores. Continuar lendo

Mercenários

Ainda na linha das matérias sobre mercenários, segue mais um artigo da BBC. Na América Latina, os colombianos são uma opção exatamente porque o conflito no país arrefeceu. Há muitos combatentes sendo desmobilizados, e que acabam atraídos para conflitos em outras partes do mundo, sob promessa de bons salários ou ao menos condições razoáveis de vida.

Chega a ser irritante ver comentários em alguns veículos de imprensa por aqui criticando o recurso a mercenários, com especialistas declarando-se ultrajados ou mesmo surpresos com o uso dos soldados da fortuna. Parece até que é novidade!

Ora, mercenários são uma alternativa desde sempre. São mais uma categoria de prestadores de serviços. Profissão como qualquer outra. Muitos só sabem fazer isso: combater. E trabalharão para quem lhes pagar melhor, seja um Estado, seja uma empresa ou mesmo uma organização criminosa.  Agora, atire a primeira pedra quem nunca recorreu a eles.

Claro que a Colômbia não é o único exportador de mercenários no continente. Mas fico por aqui com meus comentários…

Mercenarios colombianos, producto de exportación

Última actualización: Viernes, 27 de mayo de 2011

Primero fue Irak, luego Afganistán y ahora Emiratos Árabes Unidos.

La única respuesta del gobierno colombiano a la denuncia ha sido el anuncio de una investigación por parte del Ejército.

Se trata de los destinos a donde han viajado en la última década mercenarios reclutados en Colombia, un país que está en conflicto armado desde mediados de los años 60 del siglo pasado y donde no es delito preparar a esos combatientes.

El más reciente caso fue denunciado por The New York Times, que asegura que un grupo de mercenarios colombianos viajó a Emiratos Árabes Unidos a prestarle servicios de seguridad a la familia real de ese país. Continuar lendo

Síria não é Líbia…

Recebi de minha caríssima amiga, Carmen Lícia Palazzo e, naturalmente, publico aqui no site, reproduzindo também seu comentário, sempre lúcido e vindo de uma especialista na região: “Acho importante lembrar que a Síria é um país bem mais complexo do que a Líbia e o fato de que o Assad tem aliados importantes pode fazer com que um ataque leve a região a um grande caos. Sem contar que o exército sírio é excelente.” Recomendo especialmente a meus alunos de Relações Internacionais.

Why Libya, But Not Syria?

Moisés Naím Huffington Post, May 18, 2011
http://carnegieendowment.org/publications/?fa=view&id=44067
 
 

Why are the United States and Europe attacking Tripoli with bombs and Damascus with words? Why are they putting so much effort into bringing down Libya’s brutal tyrant and so timid in their dealings with his equally cruel Syrian counterpart?

Let’s start with an explanation that is as common as it is wrong: oil. Libya has a lot more of it than Syria and therefore the real reason for the military aggression against Libya is to take over its oil fields. The problem with this view is that if the West wanted reliable access to Libyan oil, Gaddafi was a far safer bet than the chaos and uncertainty resulting from NATO’s armed intervention. Western oil companies operated without any major problems with Gaddafi and it is safe to assume that from their perspective there was no need for such radical regime change. Continuar lendo