De volta com o “Dia do Livro”

Atendendo ao clamor dos meus 16 (dezesseis) leitores, retorno aos poucos a publicar em Frumentarius. Volto, inclusive, com o “Dia do Livro” (as terças em que sempre indico livros dos mais distintos temas – sem receber “jabás” das editoras ou dos autores). Observo que já tenho feito, no meu perfil público no Instagram, cometários sobre quase quarenta livros. Farei isso aqui também para os meus leitores que não acessam o aplicativo (mas, se voce quiser acessar o meu perfil no Instagram, e me seguir por lá, agradeço muito!).

Para (re)começar, destaco que no último dia 17, relembramos a trágica morte do Czar Nicolau II e sua família (e seu médico, e dois criados), brutalmente assassinados pelos bolcheviques dos Urais, a mando do canalha Vladimir Ilyich Ulianov, que passou para a história com a alcunha de Lênin. Assim, para relembrar aquela família vítima do terror comunista, publicarei, nos próximos dias, indicações, com comentários, de livros sobre a Rússia e sobre os Romanov, e também acerca da União Soviética.

O primeiro livro que gostaria de indicar é “Os Romanov – o fim da Dinastia“, de Robert Massie.  A obra, resultante de pesquisa aprofundada, narra não só os derradeiros dias do último Czar da Rússia, mas também todo o processo pelo qual os corpos da família foram encontrados, exumados e analisados, oito décadas depois da carnificina.

Respostas são dadas, por exemplo, ao destino de Alexei e da princesa Anastácia… Teriam eles escapado? Seria a lenda de Anastácia verdadeira? Como a ciência respondeu a essa pergunta, contando com a ajuda até da família real britânica?

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O massacre dos Romanov foi um dos mais tristes episódios do século XX, e que, simbolicamente, marcou o início do massacre de milhões de seres humanos, sob o pretexto da luta de classes.

Sempre me interessei pelos Romanov. Sempre repudiei o bolchevismo e a forma como os canalhas a mando de Lênin trataram aquela família.

Com Nicolau II e seus descendentes, morria uma parte da Rússia. O destino do Czar seria compartilhado por muita gente da nobreza, da aristocracia, da burguesia, do campesinato e de quaisquer grupos que fossem considerados “inimigos de classe”.
A tragédia familiar tornou-se nacional e depois alcançou os mais distantes rincões do planeta. Que nunca mais isso volte a acontecer.

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