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Quem já teve a oportunidade de ir à Coréia do Norte (sim, vejo como oportunidade conhecer um regime que parou no tempo e existe em outra realidade) volta destacando as ruas limpas, o controle permanente do aparato governamental sobre o dia-a-dia das pessoas, e estado precário da economia do país – o que se reflete, por exemplo, na constituição física mirrada da população (bem diferente da silhueta do Grande Sucessor, Bob Filho), na falta de produtos básicos, e na ausência de eletricidade à noite, inclusive na capital.

A pobreza e a fome são generalizadas. Associe-se a isso o obscurantismo (não sei se é esta a palavra mais apropriada) em que vive a população, que só sabe aquilo que o Estado totalitário quer que ela saiba. O desconhecimento sobre a realidade do mundo exterior é significativo e quase absoluto. 

Regimes totalitários funcionam assim… Sim, a Coréia do Norte não pode ser considerada um modelo autoritário, mas sim totalitário, quando o Estado controla a vida privada das pessoas e, de fato, suas idéias, ditando-lhes a maneira de pensar.

Encontrei esta imagem de satélite que registra a noite na Península Coreana. Acho que ela ilustra bem a diferença entre os dois países: o do sul, capitalista e desenvolvido; o do norte, comunista e… bem, tirem suas próprias conclusões…

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