11. Elegância que vem do berço (08/11/2014)

Elegância é a arte de não se fazer notar, aliada ao cuidado sutil de se deixar distinguir.
Paul Valéry

Elegancia1Faltam 30 dias! E hoje gostaria de compartilhar com os amigos o que deve ter sido meu primeiro ensaio fotográfico, do qual selecionei quatro fotos que revelam o formalismo com que sempre gostei de me vestir! (Claro que quem me vestiu para o ensaio foi minha querida mãezinha, pois à época eu mesmo só me preocupava com a mamadeira seguinte ou com as contribuições filosóficas que deixava em minhas fraldas – e, de fato, nem com isso!)

Pois é! Não me preocupo com moda nem com padrões estabelecidos por uma meia dúzia de bobos esnobes seguidos por uma massa de bobos sem personalidade. Não é um dândi de Paris, Londres ou Nova York que vai me dizer que tipo de indumentária tenho que usar.

Porém, sempre me preocupei com um estilo apropriado a minha personalidade, ou seja, vestir algo que me faça sentir bem. E isso será uma bermuda com camiseta folgada (nada de regata ou camiseta cavada) em casa, ou terno e gravata no trabalho ou em outras situações. Jamais vestiria uma calça rasgada ou quaisquer daquelas combinações modernosas envolvendo tênis, blazer, calça jeans e camiseta (que podem até ser “legais” em um garoto de 20 anos, mas incabíveis em um quase quarentão). Nada contra quem o faça, mas, que fique registrado, eu não visto!

Que tipo de vestimenta mais me agrada? Na verdade, gosto mesmo é de terno e gravata. Sinto-me tremendamente confortável com um paletó bem cortado e uma discreta gravata em volta de meu pescoço (afrouxar o nó está absolutamente fora de cogitação).

Elegancia2Aprecio gravatas (pouco importando o preço ou a marca, pois o que vale é a estampa), pois acho que dão uma composição elegante à indumentária masculina. Afinal, a origem das gravatas está nos antigos regimentos para identificar a vinculação do militar e no pano que os soldados colocavam em volta do pescoço).

Também aprecio abotoaduras. Um bom par de abotoaduras conta toda uma história, revela a simpatia ou afinidade de seu usuário com alguma causa ou assunto, e recupera uma época em que os botões nos punhos eram raros. Abotoaduras são peças que não podem faltar no guarda-roupa masculino.

E claro, nas ocasiões informais, uma camiseta T-shirt. Camisa polo de forma alguma, pois simplesmente não combina comigo. E nada que não seja de algodão…

Não sou de comprar camisetas em lojas de marca ou coisa parecida. Minhas camisetas são adquiridas nos lugares para onde viajo (sempre uma boa lembrança) ou em lojas temáticas (como minha tão conhecida camiseta do Lanterna Verde). E devem ser largas, folgadas – não tolero roupa apertada nem tampouco meu corpinho sexy o permite). Tenho noção do ridículo.

Uma última observação: não importa como você se vista, o que vale mesmo é o conteúdo da embalagem. Claro que se puder conciliar o bem-estar pessoal com uma vestimenta que não agrida visualmente quem o cerca, melhor assim!

E fica a dica para meu aniversário (não sou bobo e gosto de ganhar presentes, hehehe): gravatas e abotoaduras!

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